quinta-feira, 6 de outubro de 2016

Blog Choro Nosso - Ademir Palácios - Cochichando (choro) Ensaio de fraseados


sábado, 4 de junho de 2016

O chorinho "Vibrações" pode ter sido psicografado por Jacó do Bandolin

Moraes Sarmento, da Rádio Bandeirantes, lê uma das cartas de Jacob do Bandolim.
Jacob diz a seus correspondentes sobre assuntos como a extinção do choro, arte pela arte, dentre outros. E conta como ele escreveu o choro "Vibrações" sem estar no momento com seu bandolim.


quinta-feira, 3 de março de 2016

Violonista Bruno Vinci lança o Caderno de Transcrições "7 Cordas no Samba"

Bruno Vinci
O caderno apresenta 10 músicas, clássicos da MPB do compositor Cartola, onde o Violão 7 Cordas se destaca. Os arranjos nessas músicas foram feitos pelo violonista Herondino Silva, ou como é conhecido, o Dino 7 Cordas.


Relação das músicas abaixo:









1- As Rosas não falam (Cartola)
2- Aconteceu (Cartola)
3- Alegria (Cartola)
4- Cordas de Aço (Cartola)
5- Peito Vazio (Cartola)
6- Quem me vê sorrindo (Cartola)
7- Sala de recepção (Cartola)
8- Sei chorar (Cartola)
9- Sim (Cartola)
10- Tive sim (Cartola)

Para adquirir o Caderno de Transcrições "7 Cordas no Samba",

 Entre em contato: 

brunovinciviolao@gmail.com 

http://brunovinci.blogspot.com.br

https://www.facebook.com/bruno.vinci.94?fref=ts

quarta-feira, 2 de março de 2016

Alessandro Penezzi: O talento de um mestre e seu violão


Alessandro dos Santos Penezzi (Piracicaba, 19 de fevereiro de 1974) é um compositor, arranjador, professor e instrumentista brasileiro. Violonista clássico (erudito) e popular, usando violão de 6 (seis) e 7 (sete) cordas. Multiinstrumentista, toca vários instrumentos musicais como cavaquinho, bandolim, violão tenor, flauta transversal, flautim (flauta de lata), contra-baixo, guitarra, banjo, craviola, viola caipira e percussão


Alessandro Penezzi - Odeon

Alessandro Penezzi's Full concert at Colorado Brazil Fest 2014 (July 31st)
Song List:



Biografia

Penezzi foi criado no Bairro Alto em Piracicaba, cidade do interior do Estado de São Paulo, no meio das rodas de sambistas, chorões e seresteiros.

Influenciado pelo avô materno, Francisco Ernesto dos Santos, conhecido como Chico Puvi, cujo apelido é nome de passarinho, devido suas destrezas no bandolim e violão, e também pela mãe Vera, e pela tia Rosa, que sempre gostaram de tocar violão em festas da família.

Alessandro Penezzi é filho de Walkir Pereira Penezzi (músico), e conseqüentemente neto de Benedita Pereira Penezzi (Ditinha Penezzi - in memoriam), figura histórica da cidade de Piracicaba.

Aos 7 anos, Alessandro Penezzi começou estudar acompanhamento de violão perto de sua casa, com Dona Sílvia, e aos 9 iniciou o estudo do violão por tablatura com Carlos Coimbra e seu filho Coimbrinha. Após algum tempo, Coimbra ao perceber que não havia mais o que ensinar para o garoto, indicou o professor de Violão Clássico Sergio Napoleão Belluco. Alessandro acompanhado de sua mãe, omitiu sua idade de 10 anos, dizendo que completara 12, para poder estudar com o mestre que estipulava esta idade como a mínima para o aprendizado do instrumento, pois no ano anterior o mestre já o tinha recusado.

Seu mestre Belluco, vendo seu potencial e sua facilidade, colocou-o como integrante do seu regional de choro Conjunto Som Brasileiro, como solista. Agora, além do violão Clássico, Alessandro estudava sério o cavaquinho, o bandolim, dos quais já tinha algum conhecimento, o violão tenor e posteriormente os instrumentos de sopro. Nessa época chegou a ter decorado mais de 400 choros.

Estudou também com Jair Teodoro de Paula, no Conservatório Dramático e Musical de Tatuí "Dr. Carlos de Campos", e flauta com João Dias Carrasqueira (SP), pai de Toninho Carrasqueira.

Cursou violão popular na Unicamp, e foram seus professores Marcos Cavalcanti e Ulisses Rocha.

Formou-se em violão erudito em 1997 pela Escola de Música de Piracicaba maestro Ernst Mahle, sob orientação do professor Sergio N. Belluco, e bacharelou em Música Popular pela Unicamp em 2005.

Lecionou na EMPEM; na EM&T - Escola de Música e Tecnologia; e ministrou cursos de extensão em violão brasileiro e cavaquinho na Unicamp.

Escreveu artigos para revistas especializadas como Guitar Player e Acústico.

Atualmente se aplica no desenvolvimento de seu trabalho solo individual e em conjunto com outros artistas, compondo, arranjando, gravando e fazendo apresentações. É professor, colunista da revista Violão Pró, ministra workshops de violão e choro, e é concertista com várias turnês pelo mundo.

Alessandro Penezzi foi casado três vezes, do primeiro relacionamento com Cristiane Farias teve os filhos Alexsander Penezzi(Choro para criança) e Cristian Penezzi(Pititi), ambos iniciando na carreira musical. Seu segundo casamento com a produtora Dayanna Abath gerou o belissimo chamamé valsa intitulado Dayanna, gravado por Yamandu Costa em seu cd Lida.Seu terceiro casamento com a biologa Ana Deckmann gerou Helena (Heleninha chegando) e aguardam um novo herdeiro para o fim de 2012.

É considerado por Arismar, como um músico que toca a vontade.

Turnês

Junto com o bandolinista Aleh Ferreira e o violoncelista Júlio Ortiz, formou o Trio Quintessência, que já fez turnês pela Rússia, Estados Unidos , Angola, África do Sul, Marrocos, Itália.

Alessandro Penezzi já se apresentou ao lado de grandes instrumentistas como: Yamandú Costa, Dominguinhos, Zimbo Trio, Danilo Brito, Carlos Malta, Ricardo Herz, Carlos Poyares, Toninho Ferragutti, Oswaldinho do Acordeon, Laércio de Freitas, Caíto Marcondes, Arismar do Espírito Santo, Oswaldinho da Cuíca, Naylor Azevedo “Proveta”, Maurício Carrilho, Luciana Rabello, Pedro Amorim, Joel Nascimento, Conjunto Época de Ouro, Rogério Caetano, Caio Marcio, Zé Paulo Becker, Marcello Gonçalves, Ted Falcon & Pablo Fagundes e Celso Pixinga. Foi solista das orquestras Jazz Sinfônica de São Paulo e a Filarmônica de São Bernardo do Campo. Acompanhou grandes nomes da música popular brasileira, como Beth Carvalho, Sílvio Caldas, Noite Ilustrada, Demônios da Garoa, Billy Blanco, Dona Ivone Lara, Dona Inah, Monarco, Nelson Sargento, Délcio Carvalho, Xangô da Mangueira, Riachão, Wilson das Neves, Francisco Petrônio, Wilson Moreira, Fabiana Cozza, Marília Medalha, Cristina Buarque e Mariana de Moraes.

Em 2005, fez parte da 2ª edição do Projeto Violões do Brasil, junto com Duo Assad (Sergio Assad & Odair Assaf), Badi Assad, Guinga, Paulo Bellinati, Marco Pereira, Zé Menezes, Fábio Zanon, Gilvan de Oliveira, Toninho Horta, João Lyra, Quarteto Maogani, entre outros. Ainda em 2005, lançou o CD Baba de Calango, com o grupo Choro Rasgado, do qual participa junto com Zé Barbeiro (7 cordas), Rodrigo Y Castro (flauta) e Roberta Valente (pandeiro). Este CD foi indicado ao Prêmio Tim em 2006. Obteve o 2º lugar no V Prêmio Nabor Pires de Camargo em 2006, acompanhado por Zé Barbeiro.

Em 2006, Alessandro foi indicado ao Prêmio Shell de Teatro pela trilha musical da peça Gota d..Água, de Chico Buarque e Paulo Pontes, remontada pelo Grupo Breviário.

Em setembro de 2006, Alessandro lançou seu 2º CD solo Alessandro Penezzi, que contou com as participações especiais de Beth Carvalho, Yamandú Costa, Amélia Rabello, Oswaldinho da Cuíca, Quinteto em Branco e Preto, Arismar do Espírito Santo, e outros grandes músicos brasileiros.

Em 2007 gravou um CD em duo com a grande atriz do teatro brasileiro, Maria Alice Vergueiro, com músicas de Bertolt Brecht e Kurt Weill. No mesmo ano, participou do CD “Laércio de Freitas homenageia Jacob do Bandolim – convidado especial – Alessandro Penezzi”.

Em 2009, Alessandro Penezzi excursionou na América do Sul; E também foi convidado especial da produção do TENSAMBA FESTIVAL que ocorre há cinco anos nas Ilhas Canárias, em Santa Cruz de Tenerife, Espanha, que é voltado para música brasileira, para fazer apresentações do seu trabalho.

Apresentou-se num festival de jazz na Dinamarca com diversos outros artistas.

Em maio de 2010 se Apresentou novamente nos Estados Unidos, no Spolletto Jazz Festival.

Prêmios e indicações

2001 - Foi semifinalista do 4º Prêmio Visa MPB Instrumental, com o Trio Quintessência.
2004 - Recebeu o 3º lugar no III Prêmio Nabor Pires de Camargo. E foi um dos doze semifinalistas do 7º Prêmio Visa de Música Brasileira.
2006 - Recebeu indicação ao Prêmio Tim, pelo CD Baba de Calango, na categoria Revelação. Obteve o 2º lugar no V Prêmio Nabor Pires de Camargo, acompanhado por Zé Barbeiro. Ainda em 2006, Alessandro foi indicado ao Prêmio Shell de Teatro, pela trilha musical da peça Gota d'Água, de Chico Buarque e Paulo Pontes, remontada pelo Grupo Breviário, com direção geral de Heron Coelho.
2007 - Foi um dos selecionados no Programa Rumos Itaú Cultural Música 2007/2009. Ainda em 2007, foi jurado e apresentou-se no Festival Internacional de Guitarra Jazz Oscar Alemán 2007 em Resistência, Província Del Chaco, Argentina.
2009 - Na categoria Instrumental como melhor solista com o Cd "Sentindo", foi indicado para o Prêmio da Música Brasileira 2009, em homenagem a Clara Nunes.


Discos

1995: bancou junto com o Oitava Cor, do qual era integrante, e conduziu a produção do CD "Vem Pra Roda Sambar", incluindo composições de sua autoria.
1996: gravou o CD "Viva o Choro com o Conjunto Som Brasileiro", onde atuava como solista de flauta transversal, flautim (flauta de lata), bandolim, cavaquinho e violão tenor.
2001: lançou seu primeiro CD “Abismo de Rosas” com solos de violão.
2002: lançou “A Quintessência da Música” com o Trio Quintessência.
2005: lançou “Baba de Calango” com o Choro Rasgado, do qual participou Zé Barbeiro (violão sete cordas), Rodrigo Y Castro (flauta) e Roberta Cunha Valente (pandeiro). Este CD foi indicado ao Prêmio TIM em 2006.
2006: Alessandro lançou seu 2º CD solo “Alessandro Penezzi”, que contou com as participações de Beth Carvalho, Yamandu Costa, Amélia Rabello, Charles da Flauta, Roberta Cunha Valente, Julio Cerezo Ortiz, Milton Mori, Everson Pessoa, Maurílio, Magno, Tias Baianas Paulistas, Vitor Pessoa, Ivison Pessoa, Joãozinho do Cavaco, João Poleto, Alexandre Ribeiro, João Lenhari, Richard Armando, Aleh Ferreira, Nábia Vilella, Tito Gonzalez, Mário Vargas, Douglas Alonso, Luizinho Sete Cordas, Oswaldinho da Cuíca, Quinteto em Branco e Preto, Arismar do Espírito Santo.
2007: gravou um CD em duo com a grande atriz do teatro brasileiro, Maria Alice Vergueiro, com músicas de Bertolt Brecht e Kurt Weill.
2007: participou do CD “Laércio de Freitas homenageia Jacob do Bandolim” como convidado especial.
2008: gravou o CD “Sentindo”, o título se deve ao 2º movimento de uma suíte em homenagem ao seu mestre, Sergio Napoleão Belluco, de Piracicaba, São Paulo.
Participou como instrumentista na gravação de diversos trabalhos musicais.

Por: Ademir Palácios

Fonte:https://pt.wikipedia.org

terça-feira, 8 de julho de 2014

Web Rádio Épocas sua rádio saudades


A Web Rádio Épocas foi elaborada e criada com o propósito de levar para  pessoas de uma faixa etária acíma dos 45 anos as músicas que fizeram parte de sua juventude.

Os mais jovens são os que mais acessam a internet e sabemos disso, embora saibamos também que, a população mais velha acessa cada vez mais a internet, segundo dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).
De  2005 a 2011, aumentou em 222,3% o contingente de brasileiros com 50 anos ou mais de idade que entram na internet. Entre as faixas etárias investigadas, foi a que teve maior crescimento relativo no período. Mais 5,6 milhões de pessoas com 50 anos ou mais passaram a acessar a internet nesse período.

Mas o objetivo maior da Web Rádio Épocas não é a audiência, mas sim proporcionar aos mais velhos um espaço que traga de volta  lembranças de uma época de suas vidas.

Acreditamos no romantismo, carinho, amor próprio, amor ao próximo, DEUS, companherismo, amizade e felicidade. Não apoiamos pedofilia,  preconceitos, julgamentos, discriminação, crimes, pornografia e falta de respeito.

www.webradioepocas.com.br

Ademir Palácios

terça-feira, 24 de junho de 2014

É choro, sim, mas de alegria

Com pelo menos uma roda de chorinho por dia na cidade, Belo Horizonte hoje é considerada a capital do choro no Brasil

Às 18h de toda segunda-feira, o som do cavaco começa a soar de improviso no Bar do Salomão, acompanhado de violão, flauta, pandeiro e bandolim. É no boteco apertado entre as ruas do Ouro e Amapá, no bairro Serra, que todo mundo começa a chorar e não para mais durante a semana inteira. “Mas ninguém derrame uma lágrima, por favor, porque esse choro é só de alegria, ouviu, doutor?”, filosofa aos gritos um bêbado encostado no balcão do bar. Mesmo tendo poucas casas que abrigam shows de chorinho, Belo Horizonte tem hoje o título de capital do choro no Brasil, com pelo menos uma roda de chorinho a cada dia da semana.

Se há vinte anos não havia sequer um bar que abrisse espaço para o chorinho na capital, hoje em dia são quase 100 músicos ativos em pelo menos 12 espaços com programação dedicada ao choro. “Temos mais de 90 associados que tocam com frequência na noite, são figurinhas marcadas nos bares. E todo mês, temos pedidos de novos associados”, diz o presidente do Clube do Choro em Belo Horizonte, Jonas Cruz.

Primeiro bar dedicado ao chorinho na cidade, o Pedacinho do Céu foi inaugurado em 1996 pela viúva de Waldir Azevedo. Hoje, o proprietário do bar, que largou o emprego de gerente de banco para montar o espaço, avalia que boa parte dos jovens tomaram gosto pelo chorinho vendo personalidades desfilando pelo bairro Caiçara. “Yamandú Costa, Paulinho da Viola e Silvério Pontes sempre frequentaram aqui, e desde o início criei o hábito de trocar partituras, gravações e experiências musicais entre os artistas. O Thiago Delegado e o Marcos de Oliveira, hoje o melhor cavaquinista de Minas, começaram a tocar aqui. Acho que a projeção desses sucessos há 18 anos ajudou a criar o interesse em novos músicos que estamos vendo por ai agora”, diz Ausier Vinicius, proprietário do Pedacinho do Céu.

Um dos principais nomes do choro no país, o compositor carioca Maurício Carrilho lembra que, apesar de o chorinho ter nascido no Rio de Janeiro, no século XIX, a manutenção do orgulho do gênero está em Minas Gerais, graças à juventude. “O que vi em Beagá quando estive aí ano passado foi muita gente jovem tocando choro junto com a velha guarda – é a capital do choro hoje. Acredito que os músicos mais novos uniram a cultura mineira de sempre ir para o bar com o gosto recente pela música”.

Nos botecos onde se ouve cavaquinho e pandeiro de longe, não é raro ver meninos com barbas por fazer ao lado de senhores de cabelos ralos tocando Pixinguinha, Ernesto Nazareth, Altamiro Carrilho, Waldir Azevedo e tantos outros mestres do choro. Mesmo tão novo, o cavaquinista Pablo Dias, 23, parece ter entendido a essência do choro. “O choro é democrático. Ele une as pessoas para tocar junto. Se um saí da roda, quebra um elo. É a companhia que faz a nossa música no bar”, diz.

Cidadão Honorário de Belo Horizonte, o violonista Mozart Secundino de Oliveira tem nome de lenda e é tratado como tal nas rodas de choro. Aos 91 anos, ele se mantém na ativa com o grupo Piolho de Cobra, aprendendo e ensinando. “Eu toquei por mais de 60 anos com o Waldir Silva. Mas hoje em dia eu continuo aprendendo um jeito novo de tocar Pixinguinha com meninos de 20 anos. Isso é demais”, diz Mozart.

Programação

Guia. O chorinho em Belo Horizonte acontece todos os dias da semana, com mais de 20 grupos e 75 músicos fazendo som em rodas de música brasileira pela cidade. Veja os dias e horários das principais apresentações:

SEGUNDA-FEIRA

Bar do Salomão, às 18h (rua do Ouro, 895, Serra)


TERÇA-FEIRA

Godofrêdo Bar, às 20h (rua Paraisópolis, 738, Santa Tereza)

QUARTA-FEIRA

Dalva Botequim, às 18h (rua Ceará, 1.568, Funcionários, praça ABC)

QUINTA-FEIRA

Bar do Bolão, às 19h (rua Vila Rica, 637, Padre Eustáquio)

Clube da Esquina, às 19h30 (rua Sergipe, 146, Funcionários)

Bar do Salomão, às 18h (rua do Ouro, 895, Serra)

Pedacinho do Céu, às 21h (rua Belmiro Braga, 774, Alto Caiçara)


SEXTA-FEIRA

MOSTEIRO, às 19h (rua Santa Rita Durão, 940, Savassi)

SEXTA E SÁBADO

Bar Opção, às 20h (rua Alabandina, 619, Caiçara)

Pedacinho do Céu, às 21h (rua Belmiro Braga, 774, Alto Caiçara)

DOMINGO

A Casa, às 20h (rua Padre Marinho, 30, Santa Efigênia)

Cartola Bar, às 21h (rua Vila Rica, 1.168, Caiçara)

Feijoaria*, às 14h (rua Desembargador Fernando Bhering, 244, Dona Clara)

*a roda de choro no “Feijoaria” só acontece no primeiro domingo do mês.






Fonte: O Tempo

sábado, 7 de junho de 2014

SHOW : Stanley Carvalho e sua gente no Jazzb


Show no Jazzb, em São Paulo, no dia 30 de junho, 2 feira, 21h30. Os que se inscreverem no site www.jazzb.net pagam apenas R$10,00. 

terça-feira, 13 de maio de 2014

Choro é atração no Teatro Vasques em Mogi das Cruzes SP

A noite de abertura da ‘Caravana Brasil Instrumental’ terá a apresentação de João Macacão e Conjunto Paulistano logo após a Roda de Choro de Seu Julinho / Foto: Divulgação

Mogi recebe nesta quinta-feira o projeto “Caravana Brasil Instrumental”. É uma iniciativa do Ministério da Cultura que está circulando por cinco cidades do interior e litoral do Estado de São Paulo e atinge agora a reta final da temporada 2014. Na Cidade, o evento também estreia oficialmente as melhorias no sistema e de som e luz do Teatro Vasques. Recentemente o espaço passou por uma revitalização na parte de aparelhagem e conta agora com equipamentos digitais de última geração.

Todas as atividades do “Caravana Brasil Instrumental” serão realizadas  no Vasques, entre quinta-feira e domingo, sempre com entrada gratuita. Para abrir o evento foram convidados os participantes da “Roda de Choro do Seu Julinho”. Começa às 20 horas. Na sequência, João Macacão e o Conjunto Paulistano comandam o som.

João Macacão ou João Nicolau de Almeida é considerado uma das figuras mais marcantes da seresta, samba e choro da atualidade, bem como um dos mais virtuosos no violão 7 cordas do Brasil. Acompanhou por mais de 30 anos o seresteiro Silvio Caldas e já tocou ao lado de grandes compositores e músicos, como Orlando Silva, Altamiro Carrilho e Paulo Vanzolini. Neste show ele apresenta, acompanhado do Conjunto Paulistano, um repertório em homenagem aos grandes chorões do Brasil, como Pixinguinha, Jacob do Bandolim e Esmeraldino Sales, num resgate ao clima das tradicionais rodas de choro do início do século XX.



Outros artistas

Nos dias seguintes, a plateia poderá conferir as apresentações do Panorama do Choro, Izaías e seus Chorões e o Zé Barbeiro Quinteto. “São grandes nomes da música instrumental brasileira que estamos tendo a honra de receber na Cidade. O projeto é do Ministério da Cultura, com patrocínio de uma empresa particular, via Lei Rouanet e vai permitir uma experiência única para o público mogiano, com entrada franca. Espero que as pessoas compareçam e prestigiem”, diz Mateus Sartori, secretário municipal de Cultura.

A “Caravana Brasil Instrumental” esteve presente  nas cidades de Ilhabela, São Luiz do Paraitinga e Caraguatatuba e chega agora à sua etapa final em Mogi das Cruzes e no município de Botucatu. O projeto leva os mais diversos nichos e estilos da música instrumental brasileira, promovendo o encontro de artistas que demonstram consistência, originalidade e criatividade ao público, em trabalhos de reconhecida relevância cultural.

Mais informações sobre o evento podem ser obtidas pelo telefone 4798-6900. O Teatro Vasques fica na Rua Doutor Correa, 515, Largo do Carmo.



Programação:

Quinta-feira (15 de maio)

20hs–Roda de Choro do Seu Julinho

20:30hs– João Macacão e Conjunto Paulistano



Sexta-feira (16 de maio)

20hs30– Panorama do Choro



Sábado (17 de maio)

20hs30s– Izaías e Seus Chorões



Domingo (18 de maio)


19hs– Zé Barbeiro Quinteto

quinta-feira, 3 de abril de 2014

Blog do Prof. Danilo Oliveira - Violão Rotina de estudo

Não importa o que você queira fazer, tudo passará por um caminho.

Esse caminho pode ser curto ou longo, dependendo da tarefa a ser realizada e sua aptidão natural para desempenhar essa tarefa.

Tocar violão nos proporciona um grande número de possibilidades e de caminhos diferentes, por esse motivo, resolvi escrever sobre a importância de percorrer o caminho completo em busca de um objetivo.
Texto retirado do Blog do Prof. Danilo Oliveira, abaixo link para você acessar








Ademir Palácios

terça-feira, 25 de março de 2014

Ainda fazem: Samba de Verdade


Fernanda Brito

Cantora profissional e professora de canto possui formação técnica em canto pelo Conservatório Estadual de Música Juscelino Kubistchek de Oliveira em Pouso Alegre e é licenciada em canto pela Universidade do Vale do Rio Verde em Três Corações – MG.

Fernanda faz parte dos projetos de voz e violão com o violonista Bruno Vinci e com o Grupo Queijo com Goiabada, com repertório de Bossa Nova, MPB, Samba e Choro em suas apresentações.

Também é integrante do grupo vocal Cantus Quatro o qual teve seu primeiro CD gravado no ano de 2010 com produção de Claudio Nucci (Ex- integrante do grupo vocal Boca Livre) e Diovanni Bizzotto e traz canções que afloram sabores mineiros. Através do projeto Bares de Minas – as histórias do Clube da Esquina, idealizado pelo grupo Cantus Quatro, Fernanda teve o privilégio de dividir o palco com grandes nomes deste movimento como Lô Borges, Márcio Borges, Fernando Brant, Toninho Horta e Tavinho Moura.

Com a junção de todos estes gêneros musicais, criou sua identidade musical.


O Conjunto Sacudindo o Choro acompanha a cantora Fernanda Brito na música "Samba de verdade" de Eduardo Gudin e J.C.Costa Neto. Mais info.: http://sacudindoochoro.com/


Bruno Vinci (Violão 7 cordas) Rafael Nascimento (Violão 6 cordas) Jorge Garcia (Cavaquinho) Diogo Del Nero (Pandeiro) Convidado: Daniel Migliavacca (Bandolim) Vídeo: Marcelo Vinci Gravação: Estúdio 185. Técnico: Beto Mendonça The Sacudindo o Choro accompanies the singer Fernanda Brito in music "Autonomy" by Cartola. More info.: Http://sacudindoochoro.com/ Bruno Vinci (7 string guitar) Rafael Nascimento (guitar 6 strings) Jorge Garcia (Cavaco) Diogo Del Nero (Pandeiro) Guest: Daniel Migliavacca (Mandolim) Video: Marcelo Vinci

sexta-feira, 31 de janeiro de 2014

Zequinha de Abreu

"Um tico-tico só/ O tico-tico lá/ Está comendo todo, todo, meu fubá/ Olha, seu Nicolau/ Que o fubá se vai/ Pego no meu Pica-pau e um tiro sai." Qual é o brasileiro que não conhece a composição "Tico-Tico no Fubá", de Zequinha de Abreu?

A música foi um dos maiores sucessos da década de 1940 e fez parte da trilha sonora de cinco filmes americanos: "Alô Amigos", "A Filha do Comandante", "Escola de Sereias", "Kansas City Kity" e "Copacabana", quando o choro, com letra de Eurico Barreiros, foi cantado por Carmen Miranda.

José Gomes de Abreu, o Zequinha, era o primeiro dos oito filhos do boticário José Alacrino Ramiro de Abreu e Justina Gomes Leitão. A mãe queria que ele fosse padre e o pai, que se formasse médico. Mas aos seis anos, ele já mostrava vocação musical, tirando melodias da flauta. Durante o curso primário organizou uma banda na escola, da qual era o regente. Com 10 anos, tocava requinta, flauta e clarineta na banda e ensaiava suas primeiras composições.

Zequinha de Abreu estudou em Santa Rita e no Colégio São Luís de Itu. Em 1894 foi para o Seminário Episcopal de São Paulo, onde apreendeu harmonia. Aos 17 anos voltou para sua cidade e fundou sua orquestra para se apresentar em saraus, bailes, aniversários, casamentos, serestas e em cinemas, acompanhando os filmes mudos. Nessa época, fez suas primeiras composições, como "Flor da Estrada" e "Bafo de Onça".


Aos 18 anos já estava casado com Durvalina Pires Brasil, de14. O casal viveu alguns meses no Distrito de Santa Cruz da Estrela, atual Jacerandi, próximo a Santa Rita. Cuidavam de uma farmácia e de uma classe de ensino primário. De volta à sua cidade, Zequinha coordenou o trabalho da orquestra com os cargos de secretário da Câmara Municipal e de escrevente da Coletoria Estadual. A exemplo de seu pai, também teve oito filhos, todos batizados com nomes começados com a letra D: Durval, Dermeval, Dinorah, Doríval, Diva, Dirce...

No final da década de 1910 compôs de improviso a valsa "Branca", em homenagem a Branca Barreto, filha do chefe da estação ferroviária de sua cidade. Tornou-se um clássico do repertório brasileiro de então.

Em 1917, durante um baile, apresentou um choro e ficou surpreso com a reação entusiasmada dos pares de dança. Batizou a música de "Tico-Tico no Farelo", mas, como já existia um choro com o mesmo nome na época (composto por Américo Jacomino), resolveu pôr "Tico-Tico no Fubá". Apesar da boa acolhida, o choro só seria gravado quatorze anos depois, pela Orquestra Colbaz, dirigida pelo maestro Gaó. Interpretada por dezenas de artistas, tornou-se um dos maiores sucessos da música brasileira no século 20, inclusive no exterior.

Zequinha mudou-se para a capital paulista em setembro de 1920, logo após o falecimento do pai. Em São Paulo, seu ritmo de trabalho aumentou. Ele se apresentava no Bar Viaduto, na Confeitaria Seleta, em clubes, cabarés, "dancings" e festas. Seu piano, conjuntos e músicas eram muito requisitados. Incansável, ainda dava aulas de piano e aproveitava para vender as partituras de suas músicas nas casas que freqüentava.


Trabalhava também na Casa Beethoven, atraindo fregueses e curiosos que passavam na Rua Direita. Mostrava no piano os últimos lançamentos musicais. Foi lá que conheceu Vicente Vitale, com quem iniciaria uma grande amizade e uma ligação importante. Os irmãos Vitale iniciavam uma editora musical que iria lançar vários de seus sucessos. Além disso, ofereceram a Zequinha um contrato de exclusividade, com a obrigação de entregar uma música nova a cada mês, em troca de um ordenado fixo.



Suas músicas foram gravadas inclusive por Lúcio Alves, que cantou "Pé de Elefante", "Rosa Desfolhada" (ambas em parceria com Dino Castelo). "Aurora" (com Salvador Morais) e "Amor Imortal" (com Braguinha).

Zequinha não possuía ambição e sempre ajudava os amigos necessitados. Falava pouco, mas sorria bastante. Na boemia, fazia-se acompanhar dos filhos Durval e Dermeval, improvisando ao piano canções durante horas, com a cervejinha do lado. "Escrevia música tão depressa como qualquer pessoa que sabia escrever ligeiro" - dizia Hermes Vieira, seu amigo e letrista, que usava o pseudônimo de Naro Demóstenes.

Dois anos antes de morrer, fundou a banda Zequinha de Abreu. Dezessete anos após sua morte, os cineastas Fernando de Barros e Adolfo Celi e a Companhia Vera Cruz homenagearam o compositor com o filme "Tico-Tico no Fubá

quinta-feira, 19 de dezembro de 2013

Programa de rádio relembra os velhos tempos na internet: "Seresta On line"

Uma web rádio  diferente para quem gosta de ouvir os sucessos do passado: webradioepocas.blogspot.com.br

Quem já passou dos 60 anos e gosta de relembrar os velhos tempos ouvindo as músicas do seu tempo tem uma nova opção na internet. Acesse a Web Rádio Épocas

O programa Seresta On Line é transmitido a partir das 22 horas.

terça-feira, 10 de dezembro de 2013

Caiu o Vasco, caiu o Fluminense....e o Satélite Brasileiro também !


Ta caindo tudo...

Vasco da Gama e Fluminense cairam para a segunda divisão, mas são coisas do futebol, o duro foi o Satélite Brasileiro que despencou logo depois de ser lançado, olha quanto custou a brincadeira com a nossa grana...

Governo brasileiro investiu R$ 270 milhões em equipamento desenvolvido em parceria com a China.

O custo apenas do lançamento foi de US$ 15 milhões. O modelo do foguete chinês utilizado, o Longa Marcha 4B, já fez 34 lançamentos de satélites com 100% de sucesso.

O satélite sino-brasileiro CBERS-3 caiu na Terra depois de ter sido lançado do Centro de Lançamento de Satélites de Taiyuan, na China. A informação foi confirmada pelo Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe), por meio de uma nota oficial em seu site.

segunda-feira, 9 de dezembro de 2013

A vida antigamente era bem pior que hoje


Antigamente, a vida das famílias era mais simples e tranquila, não existia a correria que vemos hoje em dia. As pessoas andavam a pé, pois quase não existiam carros. As ruas eram de terra ou de paralelepípedos. As crianças podiam brincar nas ruas e calçadas, pois não havia perigo de acidentes ou assaltos. Os vizinhos eram como integrantes das outras famílias, todos os dias se reuniam nas varandas de suas casas para conversar enquanto as crianças brincavam.

As brincadeiras, nessa época, eram: roda, pega-pega, esconde-esconde, passa anel, barra manteiga, bolinha de gude, etc. As famílias eram bem grandes, um casal tinha mais de seis filhos. Mas hoje o número de pessoas na família diminuiu muito, o normal é um casal ter um ou dois filhos.

Isso aconteceu porque a vida moderna fez com que a mulher tivesse que trabalhar para ajudar nas despesas da casa. A violência e as dificuldades para se viver bem, também são motivos que influenciaram no tamanho das famílias. Além da quantidade de pessoas de uma família, outras diferenças existem se compararmos à vida de hoje.

Nas casas não existiam aparelhos de televisão, ouvia-se música em vitrolas com discos de vinil ou no rádio. Neste também eram transmitidas as notícias e até novelas.

Mas os tempos são outros, hoje apesar da correria do dia a dia e da violência, se vive melhor. Os mais pobres que ainda hoje são os que mais sofrem, antigamente eram tratados como escravos pelos mais favorecidos pela sorte.

Para quem reclama do stress da vida moderna não sabe que antigamente você trabalhava 18 hora por dia, 7 dias por semana, 365 dias por ano, isto sim era stress.

Concluindo, hoje se vive muito mais que antigamente, quem discorda tem que estudar um pouco mais de história

quinta-feira, 5 de dezembro de 2013

Curiosidades sobre as músicas de natal

A cantiga de natal mais antiga que a história da música registra é «Iesus Refulsit Omnium», (Jesus, luz de todas as nações); ela data do século IV e a letra é atribuída a Santo Hilário de Poitiers.

O mais conhecido, no entanto, é «Noite Feliz». Seu título original é «Stille nacht, heilige yach» e foi escrito, poderia dizer-se «acidentalmente», pelo sacerdote austríaco Joseph Mohr, que ao ver que se havia estragado o órgão de sua paróquia, a capela de São Nicolau, localizada na pequena cidade de Oberndorf, decidiu escrever um canto que pudesse ser interpretado com violão na missa do galo. Foi assim como no natal de 1818 se cantou pela primeira vez «Noite Feliz», atualmente traduzido a 330 idiomas.

Outro dos cantos mais conhecidos nos países de fala inglesa é «Joy to the World», escrito por Isaac Wats, inspirado no salmo 98 («Cantai ao Senhor um cântico novo, porque Ele fez maravilhas») e cuja música é atribuída a Federico Hendel, devido a que as partituras coincidem em várias partes do canto com sua célebre obra «O Messias».

Por sua parte, na Itália, a cantiga mais conhecida é «Tu scendi delle stelle» (Tu desces das estrelas), escrito por Santo Alfonso Maria de Ligório. Na França está «Il est ne le divin enfat», «Nasceu o divino menino, traduzido ao inglês em várias versões.

Na América Latina, cada país tem suas próprias cantigas e diversas maneiras de interpretar as cantigas de natal universais. Na Argentina, está «Vamos Pastorcitos» e o «Huachito Torito»; na Venezuela, «Mi burrito sabanero»; no Peru «Llegaran ya», um canto aos reis magos; no Panamá «Dime niño de quién eres». Na Colômbia, por sua vez, está «Tutaina tuturumania»; e em Honduras, «Caminando por Tegucigalpa». São típicas do Equador as tradicionais pousadas, um canto que conta como Maria e José buscam um lugar onde o Menino Jesus pudesse nascer.

As cantigas de natal originárias de cada país não necessariamente foram escritas neles; muitas são adaptações de cantos espanhóis, como o caso de «Antón tiruriru», muito conhecido na Colômbia, que é na realidade a adaptação da cantiga catalã «La pastora Caterina».

Popularmente se conhecem mais os cantos que fazem alusão ao Natal que aqueles que se referem ao Advento; àss vezes por isso durante este tempo se cantam canções que falam do nascimento e não da espera do menino Jesus, como liturgicamente deveria ser.

Ainda que o sentido das cantigas de natal é o de «elevar o espírito do Natal»,  muitas delas falam de elementos culturais desta época do ano e deixam de lado o nascimento de Jesus: «Uma coisa seria uma cantiga de natal e outra é a música de Natal. Quando se fala de Natal, é o natal de Jesus, não de outra coisa. Evidentemente, todas estas coisas são só o acompanhamento, e fizeram que muitas vezes se perca o sentido, inclusive do próprio Papai Noel ou da árvore, que têm uma razão de ser».






Fonte: Informações http://www.zenit.org/pt

sábado, 30 de novembro de 2013

Artur Pádua e João Camarero na UFMG

Por Eugênia Rodrigues

Nesta quinta-feira, 5 de dezembro, os músicos Artur Pádua e João Camarero mostram o show "Retratos Brasileiros" no Conservatório UFMG. Eis um texto sobre eles. Como moro no Rio, já vi o João tocar várias vezes; ele é realmente maravilhoso. Recomendo, mineirinhos!

"O homem do campo, o caboclo, o índio, o suburbano, o homem da cidade; todos cantam suas alegrias e aflições. Artur Padua e João Camarero levam ao público uma rica seleção desse perfeito retrato musical do homem brasileiro através das canções que ilustram as mais belas imagens, histórias e lendas. No repertório, pérolas como "Por causa desta cabocla", "Serrana", "Mané fogueteiro", entre outros. Músicas que contam histórias do Brasil e dos personagens que a música brasileira criou.

Artur Padua é um jovem músico de Belo Horizonte que tem como foco valorizar a música popular brasileira autêntica. Participa de rodas de choro na cidade tocando violão, além de cantar serestas e sambas antigos. Já integrou diversos conjuntos e se apresentou ao lado de grandes nomes da música popular, como: Roberto Silva, Zé da Velha, Silvério Pontes, Monarco, dentre outros. Estudou na Escola de Música da UFMG e atualmente é aluno do violonista Maurício Carrilho na Escola Portátil de Música.

João Camarero: o violonista estudou no Conservatório de Tatuí e na Escola Portátil de Música, com Mauricio Carrilho e João Lyra. Seguidor da escola de Dino 7 Cordas e Raphael Rabello, já tocou com diversos nomes da música brasileira e internacional em gravações ou apresentações: Altamiro Carrilho, Zélia Duncan, Maurício Carrilho, Luciana Rabello, Cristóvão Bastos, Jorginho do Pandeiro, Elton Medeiros, Agnaldo Rayol, Roberto Silva, Ademilde Fonseca, Nailor Proveta, Pedro Amorim, Mike Marshall, David Grisman, Catherina Lichtenberg, dentre inúmeros outros. Já se apresentou na França, Itália, Alemanha e Estados Unidos, com destaque pra "Roda de Choro Internacional de Torino"; turnê na Alemanha numa campanha do Conservatório e Tatuí; simpósio de bandolim ao lado do bandolinista Danilo Brito, "The Mandolin Symposium", na Universidade da Califórnia; festival "Jazz on the Plaza", em Nova Iorque como convidado do guitarrista Howard Alden.

Atualmente é professor e monitor na Escola Portátil de Música, atua em gravações e concertos, trabalha com os bandolinistas Deo Rian e Joel Nascimento, com o cavaquinista Henrique Cazes, com o violonista João Lyra e é integrante do Regional Imperial, apontado como um dos principais conjuntos de choro da nova geração".

Serviço

Data: 05 de Dezembro de 2013
Horário: 20hs
Local: Conservatório UFMG – Av. Afonso Pena, 1534 – Centro BH/MG
Entrada: R$20,00 (inteira) R$10,00 (meia-entrada)
Ingressos vendidos no dia do show a partir das 19hs.
Info: 3409-8300







Fonte:www.samba-choro.com.br

quinta-feira, 21 de novembro de 2013

O que todo músico deveria saber mas muitos não sabem

- Você sabia que a Ordem dos Músicos do Brasil, criada pela Lei nº 3.857, de 22 de dezembro de 1960, é o órgão que legitima o exercício da profissão de músico em todo o território nacional, sendo responsável pela seleção, disciplina, defesa da classe e fiscalização dessa atividade profissional?

- Você sabia que os músicos, de todos os gêneros e especialidades, incluídos os cantores, compositores, professores de música, regentes de orquestras, corais e bandas, instrumentistas, arranjadores e demais profissionais da música, só poderão exercer a sua profissão depois de inscritos no Conselho Regional do estado em que atuam, sob pena de incorrerem em grave infração e ficarem sujeitos às penalidades previstas em Lei?

- Você sabia que mesmo o músico já sendo inscrito, se não estiver em dia com o pagamento da anuidade vigente, está, também, exercendo ilegalmente a profissão, ficando sujeito às penalidades previstas em Lei?

- Você sabia que não deve tocar ao lado de músico não inscrito na OMB e, se o fizer, está incorrendo em infração?

- Você sabia que, ao se apresentar em um estabelecimento sem a devida regularização junto à OMB, acarretará ao seu contratante penalidades que podem variar de multas à suspensão das atividades, nos casos de freqüentes reincidências?

- Você sabia que a carteira profissional de músico vale como documento de identidade e tem fé pública, por força de Lei Federal?

- Você sabia que, no caso de passar a exercer a profissão por mais de 90 dias de atividade em outro estado, o músico deverá requerer inscrição no Conselho Regional daquela jurisdição?

- Você sabia que é obrigatório o contrato de trabalho para a locação de serviço de músicos, através da NOTA CONTRATUAL, instituída pela Portaria nº 3.347, de 30.09.86, do Ministério do Trabalho, para regulamentar as relações entre músicos e seus contratantes?

- Você sabia que a NOTA CONTRATUAL é o instrumento hábil de liberação e regularidade do show ou apresentação, devendo ser previamente expedida e visada pela OMB, e que o não cumprimento dessa determinação legal implica na aplicação das penalidades da Lei nº 3.857, de 22.12.1960, tanto para os estabelecimentos contratantes, como para os músicos contratados?









Fonte: Informação sitedecuriosidades.com

quarta-feira, 20 de novembro de 2013

Assim surgiu a internet

A rede mundial de computadores, ou Internet, surgiu em plena Guerra Fria. Criada com objetivos militares, seria uma das formas das forças armadas norte-americanas manter as comunicações em caso de ataques inimigos que destruíssem os meios convencionais de telecomunicações. Nas décadas de 1970 e 1980, além de ser utilizada para fins militares, a Internet também foi um importante meio de comunicação académico. Estudantes e professores universitários, principalmente dos EUA, trocavam ideias, mensagens e descobertas pelas linhas da rede mundial.

Foi somente no ano de 1990 que a Internet começou a alcançar a população em geral. Neste ano, o engenheiro inglês Tim Bernes-Lee desenvolveu a World Wide Web, possibilitando a utilização de uma interface gráfica e a criação de sites mais dinâmicos e visualmente interessantes. A partir deste momento, a Internet cresceu em ritmo acelerado. Muitos dizem, que foi a maior criação tecnológica, depois da televisão na década de 1950.

A década de 1990 tornou-se a era de expansão da Internet. Para facilitar a navegação pela Internet, surgiram vários navegadores (browsers) como, por exemplo, o Internet Explorer da Microsoft e o Netscape Navigator. O surgimento acelerado de provedores de acesso e portais de serviços online contribuíram para este crescimento.

A Internet passou a ser utilizada por vários segmentos sociais. Os estudantes passaram a buscas informações para pesquisas escolares, enquanto jovens utilizavam para a pura diversão em sites de games. As salas de chat tornaram-se pontos de encontro para uma conversa virtual a qualquer momento. Desempregados iniciaram a busca de empregos através de sites de agências de empregos ou enviando currículos por e-mail. As empresas descobriram na Internet um excelente caminho para melhorar seus lucros e as vendas online dispararam, transformando a Internet em verdadeiros shopping centers virtuais.

Hoje em dia, é impossível pensar no mundo sem a Internet. Tomou parte dos lares de pessoas do mundo todo. Estar conectado à rede mundial passou a ser uma necessidade de extrema importância. A Internet também está presente nas escolas, faculdades, empresas e diversos locais, possibilitando o acesso às informações e notícias do mundo num click.







Fonte: Informações portaldascuriosidades.aqui.com.pt

quinta-feira, 14 de novembro de 2013

Confira 10 coisas que você não sabia sobre o poder da música

A música tem poderes incontestáveis tanto na vida de uma única pessoa, como na cultura de uma nação. Por meio dela nos expressamos, entendemos, contestamos e divertimos. Até onde esses poderes chegam não podemos determinar, mas sabemos que eles são muito abrangentes. Pesquisadores do mundo todo estudam esses efeitos e comprovam que a música pode mudar nosso humor, inteligência, desempenho físico e também a memória.



Efeitos no desempenho

Ouvir música ao mesmo tempo em que se realizam outras tarefas pode ter os mais variados efeitos. Pesquisadores da Universidade Chemnitz e da Universidade de Erfurt, ambas na Alemanha, comprovaram que, durante a leitura, ouvir música de fundo pode afetar a compreensão. Na memória, os efeitos foram negativos, mas muito baixos. Já na prática de atividades físicas e em reações emocionais, os impactos da música são muito positivos.

Música favorita

Rebecca Webb e Alexandra Lamont, pesquisadoras da Universidade de Keele, no Reino Unido, concluíram que escolhemos nossa música favorita por conta de eventos de intenso envolvimento emocional. Os resultados de suas pesquisas revelaram que a escolha tem muito a ver com as motivações pessoais dos ouvintes e com suas histórias relacionadas com suas músicas favoritas.

Afeta seu comportamento

Ao testar os efeitos da música no comportamento das pessoas e, especialmente, em suas condutas sociais positivas, pesquisadores da Universidade de Sussex, no Reino Unido, descobriram que ouvir músicas com letras socialmente positivas aumentaram a disposição de ajuda nos ouvintes.

Pode deixá-lo mais inteligente

Em um experimento com 144 crianças, pesquisadores da Universidade de Toronto, no Canadá, concluíram que as crianças que participaram de grupos com aulas de música exibiram aumentos de QI e melhor desempenho acadêmico. Novas pesquisas também mostram que o cérebro de músicos é desenvolvido de tal forma que os deixam mais alertas, dispostos a aprender e calmos.

Faz você gastar mais dinheiro

Em bares, aumentar o volume da música eleva o consumo de álcool. Já em lojas de flores, músicas românticas provocam aumento das vendas. É o que mostram pesquisas feitas por cientistas da Universidade Bretagne-Sud, na França.

Rockstars realmente vivem menos

Mark Bellis da Universidade John Moores, no Reino Unido, apresentou estudos que mostram que entre três a 25 anos depois de se tornarem famosos, artistas de todos os 1000 principais álbuns de rock e música pop são 1.7 vezes mais propensos a morrer do que pessoas comuns da mesma idade. Eles morrem por problemas relacionados a álcool e drogas (31%), acidentes (14%), violência e suicídio (9%), doenças cardiovasculares (14%) e câncer (20%).

Personalidade

Segundo as pesquisas de Peter J. Rentfrow e Samuel D. Gosling, os gostos musicais podem prever a personalidade das pessoas. Por exemplo, gostos complexos e reflexivos como blues, jazz, música clássica e folk refletem personalidades emocionalmente estáveis, abertas para novas experiências, boas habilidades verbais e com inteligência acima da média.

Relaxar

Sky Chafin da Universidade da Califórnia, nos Estados Unidos testou os efeitos da música clássica, pop e jazz no relaxamento das pessoas depois de eventos estressantes. Os resultados mostraram que ouvir música pop e jazz tem o mesmo efeito restaurativo que o silêncio. Já a música clássica fez efeitos muito mais rápidos e a pressão sanguínea caiu para os níveis normais em tempo muito menor.

Dor

Laura Mitchell, Raymond MacDonald e Christina Knussen concluíram em seus estudos que ouvir sua música preferida durante períodos de dor pode aumentar de forma significativa a tolerância à dor, se comparado com estímulos visuais ou silêncio.

Romance

Nicolas Guéguen estudou os efeitos das músicas românticas. Seus experimentos revelaram que 52,3% das mulheres que participaram dos experimentos ofereçam seus telefones quando uma música romântica estava tocando. Do outro lado, quando a música tocada era neutra, a porcentagem caiu para 27,9%.









Fonte: Informações noticias.universia.com.br

quarta-feira, 13 de novembro de 2013

Cantor Noite Ilustrada: Um sambista inesquecível (vídeo sucessos)

Começou sua carreira como violonista em um "show" comandado por Zé Trindade na cidade de Além Paraíba (MG). Na noite de estréia, o comediante esqueceu seu nome na hora da apresentação e, pondo a mão no bolso, encontrou um exemplar da revista "Noite Ilustrada".

Na mesma hora decidiu apresentá-lo: "E agora com vocês a grande revelação...Noite Ilustrada!" O apelido pegou, e até até sua esposa passou a chama-lo dessa maneira. Transferiu-se para o Rio de Janeiro em meados dos anos 1950, ingressando na Escola de Samba Portela, atuando como sambista em "shows" na capital paulista.

Em São Paulo trabalhou nas boates Captain's e Meninão. Em 1958, foi contratado pela Rádio Nacional e pela TV Paulista. No mesmo ano, estrou em disco, pela gravadora Mocambo, com os sambas "Cara de boboca", de Jaime Silva e Edmundo Andrade, e "Castiguei", de Venâncio e Jorge Costa. Ainda no mesmo ano gravou as primeiras composições de sua autoria, o samba "Quem faltava no samba" e a batucada "Sereno", esta em parceria com Ferreira Maia. Em 1962, gravou a marcha "Maria Tereza", de Donga e Valfrido Silva, e o "Samba em Mangueira", de sua autoria e Jorge Costa.

Noite Ilustrada Sucessos


No mesmo ano, transferiu-se para a Philips e gravou seu primeiro grande sucesso, o samba "Volta por cima", de Paulo Vanzolini, que se tranformaria num clássico da MPB. Por essa época, atuou na boate Moleque, em São Paulo, onde costumava cantar "Volta por cima" acompanhado em coro pelos assistentes, antes mesmo de gravar a música. Ainda em 1962, gravou seu primeiro LP, "O ilustre". 

Em 1963, gravou "Dedo de luva", de Humberto Carvalho e Afonso Teixeira, e "Bolas de papel", de Valdemar Ressurreição. Gravou também os sambas "Volte pra casa",  de Sérgio Malta,  "Andorinha", de sua autoria e Antonio Mota, e "Toalha de mesa", de Carminha Mascarenhas, Dora Lopes e Wilson Chumbo. No mesmo ano, lançou o LP "Noite Ilustrada", registrando "Pra machucar meu coração", de Ary Barroso; "Botões de laranjeira", de Pedro Caetano; "Boneca de pano", de Ataulfo Alves, e "Louco", de Henrique de Almeida e Wilson Batista, além do sucesso "Volta por cima". 

 Noite Ilustrada [segurando a bola] e seu sósia de Pelé [segurando o violão], em Santos-SP.

No ano seguinte lançou o LP "Noite no Rio", com "A flor e o espinho", de Nelson Cavaquinho, Guilherme de Brito e Alcides Caminha. Também em 1964, gravou os sambas "Rei dos cabritos", de Popó, e "Não ataque de índio", de Alfredo Borba, incluídos no LP "Carnaval - VOL" coletânea carnavalesca da gravadora Philips. Em 1965, fez sucesso com o samba "O neguinho e a senhorita", do compositor do morro do Salgueiro Noel Rosa de Oliveira, lançado no LP "Caminhando" . Em 1966, lançou o LP "Depois do carnaval", com a faixa título, de Jorge Costa e Paulo Roberto. 

Em 1969, estreou na Continental com o LP "Revivendo o mestre Ataulfo", no qual registrou composições do compositor Ataulfo Alves, entre as quais "Meus tempos de criança", "Vida da minha vida", "Vassalo do samba", "Fim de comédia", "Laranja madura" e "Pois é". Em 1970, lançou com Isaura Garcia o LP "Papo furado", com destaque para "Meu choro pra você", de Torquato Neto e Gilberto Gil, "Pra você", de Sílvio César, "Quem te viu quem te vê", de Chico Buarque, e "Nega manhosa", de Herivelto Martins. No mesmo ano, lançou o LP "Samba sem problemas", que trazia "Barracão", de Oldemar Magalhães e Luiz Antônio, "Crioulo sambista", de Sinval Silva e Nelson Trigueiro, "Terra seca", de Ary Barroso, e "Nervos de aço", de Lupicínio Rodrigues. Em 1971, gravou o LP "Noite Ilustrada", no qual se destacou a  "Balada nº 7 - Mané Garrincha", de Alberto Luís. Em 1972, lançou o LP "Samba é comigo mesmo", no qual registrou "Preconceito", de Cartola, "Orgulho e agonia", de Fernando Mauro e Nelson Cavaquinho, e "Atraso em meu caminho", de Jair do Cavaquinho e Picolino. 

No mesmo ano, lançou o LP "Noite Ilustrada interpreta Marques Filho", cantando composições de sua autoria uma vez que Marques Filho vinha a ser ele mesmo, que utilizava parte de seu sobrenome como autor. 

Ainda em 1972, participou da coletânea "Carnaval - 73", da Musicolor/Continental, que contou com a participação de diferentes artistas, entre os quais, Gilberto Alves, Jamelão, Alcides Gerardi e Titulares do Ritmo. Nesse LP, interpretou a "A marcha do cara batuta" e o samba "Agonia", ambas em parceria com B. de Almeida. Em 1975, transferiu-se para a Tapecar e lançou o LP "Noite Ilustrada" que tinha em destaque "Eu nasci no morro", de Ary Barroso, "Laurindo", de Herivelto Martins, "Pra esquecer", de Noel Rosa, "Cravo vermelho", de Geraldo Filme, e "Chora viola", de Paulo Rogério e Adauto Santos. Em 1976, lançou o segundo LP pela Tapecar que incluía, entre outras, "Cadeira de bar", de sua autoria, "Não posso parar de cantar", de Zé Pretinho da Bahia, "Sambista apaixonado", de Gracia e Mano Décio da Viola, e "Copo da saudade", de Clayton e Dora Lopes. 

Em 1978, retornou para a Continental e lançou o LP "Não me deixe só" no qual gravou "Atalhos", de Everaldo Cruz e Nei Lopes, "Mensagem", de Aldo Cabral e Cícero Nunes, "Abri a porta", de Jorge Costa, e a música título de sua autoria e Antônio Motta.
 
Em 1979, lançou pela Continetal o LP "À vontade" com as músicas "Chica", de Raimundo Prates; "Barraquinho", de João Roberto Kelly; "Velho amigo", de Armando Nunes e Paulo Gesta; "Estupidez de cupido", de Nicéas Drumont; "Companheiro de quarto", de Chico Xavier e Tito Mendes; "Casa antiga", de Raul Sampaio; "Cabeça fria", de Luis de França e Armando Nunes; "Eh pau-de-arara", de Armando Nunes e João de Oliveira; "Crise no morro", de Armando Nunes e Roberto Medeiros, e "Moldura", de Gerson Alves, além de "Ressentimento" e "Canto de despedida", de sua autoria. 

Em 1981, foi para o selo Cristal da WEA e lançou o LP "O fino do samba" no qual registrou clássicos do samba como "Antonico", de Ismael Silva, "Prece ao sol", de Candeira, "A flor e o espinho", de Alcides Caminha, Guilherme de Brito e Nelson Cavaquinho, "Pedro do Pedregulho", de Geraldo Pereira, e "Madrugada", de Zé Kéti. 

Em 1982, lançou o LP "Profecia", considerado um clássico do samba no qual interpretou "Juramento", de Zé Kéti, "Proteção", de Nelson Cavaquinho, e "Itamaracá", de sua autoria, uma homenagem ao Recife onde viveu por dez anos. Em 1986, gravou pela Polydisc o LP "Cada vez melhor", no qual apresentou um pot-pourri com seus grandes sucessos e um outro com composições de Nelson Cavaquinho. Em 1998, lançou pelo selo Camerati o CD "Eu sou o samba", que trazia "Perfil de um sambista" que o compositor Adauto Santos fez em sua homenagem, "Cadeira de bar", de sua autoria, "Sorriso antigo", de Aldecy e Candeia, "Pra machucar meu coração", de Ary Barroso, e "Aos pés da cruz", de Zé da Zilda e Marino Pinto. 

Este CD foi relançado três anos depois pelo selo Trama com o título de "Perfil de um sambista". Percorreu o Brasil com o show "Eu sou o samba". Manteve-se em atividade até o fim da vida tendo voltado aos estúdios dois meses antes de falecer. Deixou dois CDs inéditos: "Noite Ilustrada canta Ataulfo Alves - Ao mestre com carinho" e "Noite interpreta Lupicínio Rodrigues". O primeiro, foi lançado pelo selo Atração semanas após sua morte.

Noite Ilustrada

Mário de Souza Marques Filho
 10/4/1928 Pirapetinga, MG 
 28/7/2003 Atibaia, SP







Fonte:dicionariompb.com.br

 
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