quinta-feira, 15 de agosto de 2013

Roberta Valente comanda Roda de Choro na Casa do Núcleo-SP

Uma vez por mês na Casa do Núcleo, a pandeirista e pesquisadora Roberta Valente comanda uma Roda de Choro na casa acompanhada pelos músicos Italo Peron, Fabio Peron e Fabrício Rosil.

A curadoria fica por conta da própria Roberta.   A pandeirista recebe chorões de todas as idades para juntos homenagearem grandes nomes do gênero, como Ernesto Nazareth, Pixinguinha, entre outros.   Roberta Cunha Valente estudou violão, cavaquinho e percussão. Atuou como pandeirista em diversos grupos como Panorama do Choro Paulistano Contemporâneo e Ó do Borogodó.

Formou-se em Letras na PUC/SP e foi redatora do livro "Antologia Musical Popular Brasileira - As Marchinhas de Carnaval", além de ter sido diretora do Clube do Choro de São Paulo.    Encorpando ainda mais seu impressionante currículo, a pandeirista também ministrou oficinas no Uruguai, Austrália e Brasil. Se apresentou em festivais nos Estados Unidos e na Holanda e firmou parcerias com Yamandu Costa, Altamiro Carrilho, Raul de Souza, entre outros.


Yamandu Costa + Danilo Brito + Rogerio Caetano + Roberta Valente - "Assanhado"
Ingressos R$ 15,00 
VENDA SOB CONSULTA. VALORES SUJEITOS A ALTERAÇÃO.

Pontos de Venda

CASA DO NÚCLEO

Rua Padre Cerda, 25 - Alto de Pinheiros - São Paulo
Telefone: (11) 3032-8401
VENDA ONLINE NO SITE VIA PAGSEGURO


Fonte:AZOOFA

Conservatória-RJ: A cidade da seresta

 Conservatória é o sexto distrito do município de Valença, no estado do Rio de Janeiro. A 370 quilômetros de São Paulo, 142 quilômetros do Rio de Janeiro, 28 quilômetros de Barra do Piraí e a 34 quilômetros da sede municipal.
O distrito tem uma população de 4.182 habitantes, de acordo com o Censo 2010 do IBGE.

Anteriormente denominado Santo Antônio do Rio Bonito, situa-se em um vale da Serra do Rio Bonito, com área aproximada de 240 km². Faz divisa com o estado de Minas Gerais, com os distritos de Santa Isabel do Rio Preto, Parapeúna, Pentagna, Valença (sede do município de mesmo nome) e com o município de Barra do Piraí.

Serenata e paixão


A prosperidade econômica do final do século XIX deu início a outra tradição na vila: a das serenatas - a música cantada sob o sereno -, que hoje atraem mais de mil pessoas a cada fim-de-semana para a cidade, vindas dos mais diversos recantos do país e do exterior.

Um dos grandes motivadores da tradição da música na cidade é o Museu da Seresta, que tem o maior acervo de músicas de serestas do país - e um dos maiores do mundo -, criado pelos irmãos Joubert de Freitas e José Borges Neto, já falecido. O museu mantém viva uma página da cultura musical brasileira, reunindo os seresteiros às sextas-feiras e sábados à noite, que de lá saem para cultivar o hábito, raramente quebrado, de cantar pelas ruas da cidade.

Em 1998, Conservatória comemorou 120 anos de serenatas. Conta a história que a tradição nasceu com um romântico professor de música e tocador de violino, Andreas Schmidt, que, em uma noite enluarada no silêncio do vilarejo, atraiu espectadores, e o professor Andreas passou a ter como rotina tocar seu violino na praça, nas noites estreladas. Aos poucos, músicos vindos de outros lugares passaram a acompanhar as serenatas do professor, e essa virou uma característica incorporada ao lugar.

Música e grandes paixões sempre estiveram de mãos dadas em Conservatória e geraram muitas histórias de amor. Certa vez, em 1938, Antonio Castello Branco, um abastado fazendeiro de Santa Isabel, distrito vizinho, que vivia uma paixão não correspondida por uma moça de Conservatória, resolveu demonstrar seu amor conforme a tradição. Colocou seu piano de cauda em cima de um caminhão e percorreu mais de 20 quilômetros em estrada de terra esburacada, só para tocar e cantar sob a janela da amada. Consta que o gesto deu resultado, e a moça aceitou o fazendeiro como esposo.

Conservatória exprime uma das formas de reação contra as consequências da urbanização acelerada, que caracteriza nossa etapa de desenvolvimento como país capitalista, mantendo suas características bucólicas de arraial, pacata e tranquila, cujos moradores de fala branda, afáveis e educados preservam seus costumes e se reúnem, vez por outra, para manter a tradição das festas juninas, da dança, da música, das quadrilhas e principalmente das serestas que tornam seu pequeno vilarejo um pólo de atração turística no estado do Rio de Janeiro. Em Conservatória, o culto às serestas, o casario colonial e as famílias tradicionais são ainda vestígios do século passado.

O fim do ciclo do café resultou na decadência da agricultura na região, e muitas das centenárias fazendas foram abandonadas. Algumas estão preservadas, inclusive mantendo uma pequena produção de café; outras mudaram sua atividade produtiva, e hoje desenvolvem a pecuária leiteira. Mas a beleza do lugar, sua deslumbrante paisagem, composta por vales e cachoeiras, as relíquias históricas preservadas no tempo e a tradição das serenatas abriram outros caminhos de sucesso para Conservatória.
Um dos símbolos da história do lugar que está logo na entrada na cidade: a antiga "Maria Fumaça", da Rede Mineira de Viação, que puxava os vagões de passageiros e também o trem com a produção de café, hoje estacionada em frente à antiga Estação Ferroviária de Conservatória, atual rodoviária.

A linha ferroviária e a estação, inauguradas por D. Pedro II em 21 de novembro de 1883, foram extintas após a instalação da indústria automobilística no Brasil e da política de construção de rodovias para privilegiar o transporte rodoviário de cargas, nos anos 1960. Por aquela ferrovia, o vilarejo se interligava com o Rio e Minas, partindo de Barra do Piraí - município do qual Conservatória foi distrito de 1943 a 1948, quando passou a pertencer a Valença - e chegando até Baependi, após Santa Rita do Jacutinga, em Minas.

Outro ponto procurado por turistas e frequentado por moradores é o balneário municipal João Raposo, antes da estrada que leva a Valença, conhecido como Cachoeira da Índia por ter no meio do lago formado pela cachoeira uma escultura em bronze, que evoca uma mistura de índia com sereia. Alguns quilômetros no sentido de Valença fica o Ronco D´Água, ponto turístico com quedas de água que descem por uma encosta artificial, formando uma escadaria e fazendo com que seu barulho seja ouvido a quilômetros de distância.

Com o fim da ferrovia, Conservatória ficou isolada dos grandes centros. O acesso, por Barra do Piraí, Santa Isabel, Valença ou São José do Turvo, era precário, por estradas de terra, com cerca de 30 quilômetros, que muitas vezes ficavam interditadas na época das chuvas. Nem mesmo essas dificuldades, no entanto, afastaram os amantes das serestas e da cidade, que permaneceram fiéis à tradição, frequentando e divulgando o lugar.

Nos anos 1980, teve início a pavimentação do trecho de estrada ligando Barra do Piraí à Ipiabas, facilitando o trajeto até a cidade. Em 1998, finalmente, foi inaugurada a pavimentação por asfalto do trecho de 15 quilômetros entre Ipiabas e Conservatória, reforçando o desenvolvimento turístico da cidade e abrindo novas perspectivas econômicas para a região.

Música: fator de desenvolvimento local

Conservatória sofre, como outras localidades do Estado do Rio de Janeiro, o problema do êxodo rural. Mas esse fenômeno não lhe traz grande abatimento econômico devido ao fluxo turístico, 90% do Rio de Janeiro e de São Paulo, atraído pela tranquilidade bucólica e por apresentações teatrais, esportivas e, principalmente, musicais.

A tradicional serenata, realizada toda sexta-feira e sábado, partindo às 23h do Museu do Seresteiro e seguindo noite adentro, é o elemento nuclear das atrações musicais, que também incluem a Solarata (realizada nas manhãs de domingo) e as serestas (canto em espaços fechados) realizados em diferentes hotéis e pousadas.

Os turistas são atraídos pela atmosfera romântico-musical das diferentes apresentações, hospedando-se nos hotéis e pousadas para poderem acompanhá-las. Geram, dessa forma, um importante fluxo de renda e consequente emprego de mão-de-obra local.

Segundo o superintendente de Economia da Cultura da SEDEIS, Luiz Carlos Prestes Filho, a Secretaria tem focado também ações para promover a formação de pessoal para atender o crescimento da indústria do turismo local. Conservatória conta atualmente com mais de 2 mil leitos para atender os turistas, e esse fluxo exige uma qualificação maior de seus técnicos nas fazendas, hotéis, pousadas e restaurantes.








Fonte:wilkipédi

quarta-feira, 14 de agosto de 2013

A velha senhora da adeus e vai embora

A velha senhora Kombi que fez parte de várias gerações está indo embora, mesmo a gente sabendo que isso um dia aconteceria, ela vai deixar saudades em muita gente. Como se diz hoje em dia, valeu velha senhora, vamos sempre lembrar de alguma história que vivemos juntos.


O desenvolvimento tecnológico não deixa espaço para saudosismo. Kombi é o diminutivo em alemão de combinação, vale tanto para um pequeno furgão como para um grande Boeing. Quando carrega carga e passageiros é chamado de Kombi. Ela surgiu da necessidade dos alemães de terem um veículo barato para um país arrasado pela Segunda Guerra, que transportasse mercadorias e pessoas. O chassis é o mesmo do velho e bom fusca. Chegou ao Brasil, um país sem guerras e que acolheu os imigrantes de braços aberto, entre eles os alemães. E a Kombi.

Volkswagen oficializa fim da Kombi no Brasil 

Abençoada por muitos, amaldiçoada por poucos, o carro tinha uma característica genial. O para choque era a testa do motorista. O motor ficava atrás como o do fusca. Aquele carro estranho ganhou o coração e a mente dos brasileiros. Andava pelas estradas esburacadas de terra, no asfalto, subia a serra e no domingo levava a família para uma farofada na Praia Grande. Resistiu a uma quantidade enorme de modelos novos, nacionais e importados e mudou muito pouco . Fazia parte das paisagens urbanas e rurais. E a Volkswagen ganhou muito dinheiro com ela.


A Kombi assistiu inúmero episódios da história do povo brasileiro e foi responsável pelo transporte de tudo que cabia no seu bojo. Levava uma tonelada de peso, de gente ou de cabritos. Era comum o dito popular “ ponha na kombi”. Enfim, foi o jeito brasileiro de ser que deu vida tão longa ao furgão. Agora definitivamente ela vai para o museu e para as páginas da nossa história.

O MAXIXE : Uma breve história da Música Popular Brasileira

O vídeo abaixo é um documentário interessante sobre o Maxixe, para os interessados nas origens da música brasileira o documentário é bastante esclarecedor.

Nossa música é riquíssima em estilos, gêneros e movimentos. Do século XVIII (dezoito), quando o Brasil ainda era uma colônia até o final do século XIX, passando pelo período do Império e posteriormente a República, a produção musical foi tomando ares nacionais, com o aparecimento de gêneros musicais brasileiros como o maxixe e o choro. Vamos fazer um breve passeio por essa história!

A pesar da massificação imposta pela grande midia ao gosto musical do brasileiro, vez por outra o maxixe insiste em mostrar sua cara e aparece nas obras de alguns dos nossos músicos e cantores. Em disco lançado no Brasil em 1995, o grande Monarco (A voz do Samba, Kuarup) relembrou, em uma faixa deliciosa, quatro maxixes de compositores da Portela – Tudo passa (Belmiro), Ogrande fingimento (Paulo da Portela), Vem, oh linda!(Alcides Histórico) e Vou navegar (Alvarenga) – ressaltando mais uma vez a ligação do ritmo não só com o choro, mas também com o samba carioca.

Pixinguinha, em sua extensa discografia, registrou 27 gravaçôes com titulo de maxixe rotulando o gênero das músicas. Até mesmo verdadeiros clássicos do choro como Um a zero, Proezas de Solon eVou vivendo foram gravados, em 1961, pelos Ases do Ritmo e por Jacob do Bandolim com o registro de maxixes.


Programa comandado por Júlio Lerner. Participação dos pesquisadores José Ramos Tinhorão e Jota Efegê, da cantora Eliete e da Banda da Polícia Militar do Estado de São Paulo.

Fonte: vídeo Youtube: SenhorDaVoz

domingo, 11 de agosto de 2013

DANIEL RODRIGUES: Um fenômeno da nova geração do "choro"

Da nova geração do choro ele já é considerado um fenômeno, não bastasse o talento e a genialidade como músico Daniel Rodrigues agrada público de todas as idades por sua simpatia.


Seus vídeos fazem grande sucesso no Youtube, e já está vindo para nossa alegria, um CD de Daniel Rodrigues com composições dele e de outros compositores.


Pise firme nesse chão Daniel, em você o "Choro" e a Música Brasileira temos certeza estarão em ótimas mãos.



Veja no vídeo abaixo uma entrevista com o músico:


Contato:
daniel.guarulhos@hotmail.com
Aulas online e particulares de: Cavaco - Bandolim - Violão
http://www.facebook.com/daniel.guarulhos
Ademir Palácios

Brasilia-DF - Sururu na Roda lança DVD no Clube do Choro

O projeto destaca 17 canções dos quatro primeiros CDs e quatro faixas inéditas. Dentre as músicas que estão no novo trabalho, merecem atenção: Sururu Formado (integra a trilha sonora da novela Malhação, da TV Globo), Morena de Angola, Caminhado, Momento de Agradecer e a inédita Ô Sorte.

O DVD Sururu na Roda ao Vivo conta com participações especiais: Diogo Nogueira (em Pimenta no Vatapá) Péricles (em Ainda posso ser feliz), Dona Ivone Lara (em Senhora da Canção/Sonho meu/Mas quem disse que eu te esqueço/ Tiê) e Monarco (em O Quitandeiro).

Mais sobre o Sururu na Roda

Por conta do novo trabalho, o grupo foi indicado ao 2º Prêmio Revista Contigo! Rádio MPB FM de Música 2013, na categoria “Melhor Álbum de Samba”, concorrendo com Zeca Pagodinho, Arlindo Cruz, Alcione e Casuarina.

Em 2012, O Sururu na Roda foi indicado ao Prêmio da Música Brasileira, na categoria melhor grupo de samba, com o penúltimo trabalho, lançado em 2011, em homenagem ao centenário do eterno sambista Nelson Cavaquinho, Se Você Me Ouvisse – 100 Anos de Nelson Cavaquinho. A música A Flor e o Espinho, faixa do CD, foi trilha sonora da novela das seis “Lado a Lado”, da TV Globo.

Formação para o show: Sururu na Roda, Hudson 7 (violão de 7 cordas) e Fábio Luna (flauta e bateria).

Serviço 

Data: Terça-feira (13/08)

Abertura da casa: 20h

Show: 21h

Local: Clube do Choro

Endereço: Eixo Monumental, ao lado do Centro de Convenções

Capacidade: 400 pessoas

Entrada: Inteira – R$ 20,00. Meia – R$ 10,00





Fonte:Informações clicabrasilia.com.br

sexta-feira, 9 de agosto de 2013

13 estados e 17 cidades brasileiras com nomes "criativos"


Temos falado do talento e da criatividade do músico brasileiro, mas a criatividade do brasileiro não fica somente na música que é nosso tema principal, veja abaixo cidades brasileiras com nomes bastante "criativos".

ARROIO DOS RATOS-RS

Quem nasce lá é...RATENSE

População:13.606

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CIDADE DE ESPUMOSO-RS

Quem nasce lá é...ESPUMENSE

População:15.240

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PASSA E FICA-RN

Quem nasce lá é...PASSAFIQUENSE

População:11.1

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VARRE-SAI-RJ

Quem nasce lá é...VARRESAIENSE

População:9.4

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AMPÉRE-PR

Quem nasce lá é...AMPERENSE

População:17.308

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TAILÂNDIA-PA

Quem nasce lá é...TAILANDENSE

População:79.297

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BUENOS AIRES-PE

Quem nasce lá é...BUENAIRENSE

População:12.537

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NOVA IORQUE-MA

Quem nasce lá é...NOVA-IORQUINO

População:4.590

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SOLIDÃO-PE

Quem nasce lá é...SOLIDANENSE

População:5.744

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LAGOA DA CONFUSÃO-TO

Quem nasce lá é...LAGOENSE

População:10.210

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PONTO CHIQUE-MG

Quem nasce lá é...PONTO CHIQUENSE

População:3.966

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TROMBUDO CENTRAL-SC

Quem nasce lá é...TROMBUDENSE

População:6.533

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FELIZ NATAL-MT

Quem nasce lá é...FELIZNATALENSE

População:10.9

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FRUTA DE LEITE-MG

Quem nasce lá é...FRUTA DE LEITENSE

População:5.9 mil

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GADO BRAVO-PB

Quem nasce lá é...GADOBRAVENSE

População:8.3 mil

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VENHA-VER-RN

Quem nasce lá é...VENHA-VERENSE

População:3.8 mil

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XIQUE-XIQUE-BA

Quem nasce lá é...XIQUEXIQUENSE

População:45.5 mil

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