Alessandro Penezzi: O talento de um mestre e seu violão
Alessandro dos Santos Penezzi (Piracicaba, 19 de fevereiro de 1974) é um compositor, arranjador, professor e instrumentista brasileiro. Violonista clássico (erudito) e popular, usando violão de 6 (seis) e 7 (sete) cordas.
Pixinguinha: Uma obra inesquecível
Pixinguinha é considerado um dos maiores compositores da música popular brasileira, contribuiu diretamente para que o choro encontrasse uma forma musical definitiva.
Waldir Azevedo:Um mestre do cavaquinho
Waldir Azevedo foi um pioneiro que retirou o cavaquinho de seu papel de mero acompanhante no choro e o colocou em destaque como instrumento de solo, explorando de forma inédita as potencialidades do instrumento.
Dino 7 Cordas: Um pioneiro e grande mestre
Horondino José da Silva, conhecido como Dino 7 Cordas, (Rio de Janeiro, 5 de maio de 1918 — Rio de Janeiro, 27 de maio de 2006) foi um violonista brasileiro reconhecido como maior influência do violão de 7 cordas, instrumento musical no qual desenvolveu sua linguagem e técnica. Foi também um dos maiores instrumentistas de choro.
Abel Ferreira: Uma clarineta que ninguém esquece
Quando se fala de clarineta, no Brasil, o primeiro nome que aflora à memória costuma ser o de Abel Ferreira. Não só pela ordem alfabética, mas pelo papel fundamental que exerceu na construção de um repertório brasileiro, baseado no choro e na seresta, e na herança deixada por um modo de tocar, profundo e envolvente.
sexta-feira, 20 de setembro de 2013
Alessandro Penezzi assina novo violão da Eagle
sexta-feira, setembro 20, 2013
Ademir Palácios
Clarinetista morre após acidente com oito veículos em Tatuí-SP
sexta-feira, setembro 20, 2013
Ademir Palácios
A clarinetista de 36 anos foi internada na Santa Casa de Tatuí, mas não resistiu à gravidade dos ferimentos. Formada pelo Conservatório de Tatuí, Maria Cristina era também maestrina da banda Lira Santa Cecília, de Pereiras, e lecionava em uma escola de música. De família de músicos, ela era irmã do trombonista Marcelo de Jesus Silva, conhecido como Marcelo "Bambam Trombone", solista da Banda Sinfônica do Estado de São Paulo. O corpo da clarinetista será sepultado neste sábado (21), no Cemitério Municipal de Pereiras, sua cidade natal.
Roda de Choro em Curitiba-PR
sexta-feira, setembro 20, 2013
Ademir Palácios
O violonista Lucas Melo trabalha nos principais grupos de choro da cidade, entre eles o Choro e Seresta e Os Curitibocas no Choro. Reconhecido pela habilidade em tocar violão, popular e clássico, além de cavaquinho, o instrumentista também mostra seu virtuosismo no violão 7 cordas, sendo requisitado para acompanhar grupos e solistas.
O cavaquinista curitibano Julião Boêmio é compositor de choros, maxixes e polcas, estudioso e professor de seu instrumento. Apesar de gostar de fazer música desde criança, Julião iniciou a carreira profissional após ingressar no Conservatório de MPB de Curitiba, aos 15 anos de idade. Conquistou seu espaço como instrumentista dividindo o palco com nomes consagrados, entre eles Nelson Sargento, Guilherme de Brito, Noite Ilustrada, Yamandu Costa, Mônica Salmaso, Ceumar, Dominguinhos e Zé Renato.
Seu primeiro CD solo, Feijão no Dente, foi lançado em 2010 e reúne composições como Limão no Sovaco e Umbigo sem Fundo, além da faixa que dá título à gravação. Para compor, o músico se inspira na vida e no cotidiano, sempre com muito bom humor.
Tradição
A Roda de Choro é um programa realizado semanalmente pela Fundação Cultural de Curitiba, desde 2003. A música chorosa, característica dos primeiros conjuntos que surgiram nos quintais e subúrbios do Rio de Janeiro, no século 19, faz com que o chorinho se destaque pela técnica apurada dos instrumentistas e pela possibilidade de improvisação.
Durante a roda de choro, flautas, bandolins, cavaquinhos e violões compõem o conjunto de instrumentos que garantem momentos de virtuosismo e descontração. Não existe uma formação específica, e os músicos que vão chegando se juntam à roda.
Serviço
Roda de Choro sob o comando dos instrumentistas Julião Boêmio (cavaquinho) e Lucas Melo (violão 7 cordas).
Data: Todas as quintas-feiras
Horário: 17h.
Local: Conservatório de MPB de Curitiba (Rua Mateus Leme, 66 – Setor Histórico).
Entrada franca.
Informações: (41) 3321-2855
Fonte: Informações Cartaz
quarta-feira, 18 de setembro de 2013
Coisas do amor: 'ele gosta de rock e ela de chorinho'
quarta-feira, setembro 18, 2013
Ademir Palácios
Então, que ela tem um jeito de sorrir que o deixa imobilizado, o beijo dela é mais viciante do que LSD, você adora brigar com ela e ela adora implicar com você. Isso tem nome.
Você ama aquele cafajeste. Ele diz que vai e não liga, ele veste o primeiro trapo que encontra no armário. Ele não emplaca uma semana nos empregos, está sempre duro, e é meio galinha. Ele não tem a menor vocação para príncipe encantado e ainda assim você não consegue despachá-lo.
Quando a mão dele toca na sua nuca, você derrete feito manteiga. Ele toca gaita na boca, adora animais e escreve poemas. Por que você ama este cara?
Não pergunte pra mim; você é inteligente. Lê livros, revistas, jornais. Gosta dos filmes dos irmãos Coen e do Robert Altman, mas sabe que uma boa comédia romântica também tem seu valor. É bonita. Seu cabelo nasceu para ser sacudido num comercial de xampu e seu corpo tem todas as curvas no lugar. Independente, emprego fixo, bom saldo no banco. Gosta de viajar, de música, tem loucura por computador e seu fettucine ao pesto é imbatível.
Você tem bom humor, não pega no pé de ninguém e adora sexo. Com um currículo desse, criatura, por que está sem um amor? Ah, o amor, essa raposa. Quem dera o amor não fosse um sentimento, mas uma equação matemática: eu linda + você inteligente = dois apaixonados.
Não funciona assim. Amar não requer conhecimento prévio nem consulta ao SPC. Ama-se justamente pelo que o Amor tem de indefinível. Honestos existem aos milhares, generosos têm às pencas, bons motoristas e bons pais de família, tá assim, ó! Mas ninguém consegue ser do jeito que o amor da sua vida é! Pense nisso. Pedir é a maneira mais eficaz de merecer. É a contingência maior de quem precisa.
Fonte:Texto Arnaldo Jabor
terça-feira, 17 de setembro de 2013
Luizinho 7 Cordas uma história musical
terça-feira, setembro 17, 2013
Ademir Palácios
Um dos maiores violonistas de sete cordas do Brasil, Luiz Araújo Amorim, o Luizinho 7 cordas, nasceu em Marília SP, a 31 de outubro de 1946.
Ainda recém nascido mudou-se com seus pais para a cidade de Santos, onde permaneceu até o ano de 1997.
O primeiro contato musical aconteceu através de seu pai Bráulio Araújo, um feirante que tinha como hobby a música. Seu Bráulio, tocador de cavaquinho e violão, tinha um regional com o nome de Estrela de Ouro, e era um seresteiro muito conhecido em Santos.
O Estrela de Ouro ensaiava três vezes por semana na casa de seu Bráulio, sempre observado pelo olhar curioso e deslumbrado do menino Luiz, que só ia dormir ao término do ensaio. Atento ao fascínio do filho pela música , Bráulio começou a ensinar cavaquinho para Luizinho.
Com seis anos de idade, Luiz Amorim já tocava algumas músicas no cavaquinho e tinha uma imensa vontade de aprender violão, pois sempre admirara os duetos realizados pelos violonistas do Estrela de Ouro, Totty e Chiquinho. Devido a insistência do menino, seu Bráulio comprou um violão Di Giorgio para o filho e começou-lhe a ensinar alguns acordes.
Os anos se passaram e o menino chamou a atenção dos violonistas do Estrela de Ouro, devido a habilidade que demonstrava no violão. Totty e Chiquinho aconselharam o amigo Bráulio a matricular Luizinho em um conservatório musical.
Aos doze anos de idade, Luiz Araújo Amorim, ingressou no Conservatório musical Brasil, em Santos, e passou a ter aula em grupo ( com outros garotos de sua idade ) ministrada pelo professor Mário Coutinho. As aulas no conservatório Brasil não eram muito aproveitadas por Luizinho, pois ele já se encontrava em um nível superior aos colegas de classe e não aprendia nada de novo.
Então, seu Bráulio tirou o filho do conservatório e contratou o professor Coutinho para lecionar a Luiz na residência dos Amorim. Mário Coutinho não era um músico completo, pois não conhecia muito de teoria musical e não tinha uma técnica rebuscada. Após um ano de aula Luizinho evoluiu tanto que ao invés de aprender, passou a ensinar a Coutinho.
Tanto potencial demonstrado pelo garoto, fez o pai coruja procurar o respeitado professor Carvalinho, que lecionava no Centro de violão José do Patrocínio, onde já havia estudado outros grandes violonistas, como Garoto e Artílio Bernardini. Luizinho passou então a aprender música clássica sobre os cuidados de Carvalinho. Quatro anos de estudo clássico fizeram com que Luiz Araújo desenvolvesse muito sua técnica e seu conhecimento teórico musical.
segunda-feira, 16 de setembro de 2013
Indecoroso e divertido, proibido e gostoso
segunda-feira, setembro 16, 2013
Ademir Palácios
"Muitas vezes, na casa brasileira, às escondidas do papai conservador e tradicionalista, as nossas sinhazinhas e sinhás não só cantam o que a canalha pela rua canta, como dançam também, umas com as outras, divertidas e alegres, os passos do corta-jaca que aprendem pelos teatros que frequentam. É o fruto proibido saboreado à socapa, num despertar gostoso dos instintos da raça.
Há um século, tomava forma gênero musical genuinamente nosso. Um Callado aqui, uma Chiquinha Gonzaga ali, mais dois gênios como Nazareth e Pixinguinha, e eis o choro, encantador de “cobras” mundo afora.
Fim do século 19. Os ritmos populares mais comuns são a valsa, a polca, o lundu, o maxixe. Aos poucos, instrumentistas se dedicam a nova maneira de tocar, lamurienta e plangente, ainda sem nome. Alguns chamam de tango brasileiro. Outros, de corta-jaca, devido aos gestos característicos da dança adequada ao ritmo. O nome com que o estilo viria finalmente a ser conhecido, em fins dos anos 1910, seria choro.
Um dos primeiros músicos a fixar as raízes do que se tornaria o mais brasileiro dos ritmos foi Joaquim Callado, nas décadas de 1860 e 1870. Flautista, compositor e professor, Callado teve o mérito de ser o primeiro a misturar a então popular música europeia com ritmo e sensibilidade afros.
A revolução de Chiquinha
Surpreendente. A mais importante figura dos primórdios do choro foi uma mulher: a genial maestrina Chiquinha Gonzaga. Nascida em 1847, desde jovem mostrava habilidades ao piano. Mas o primeiro marido, com quem casou aos 13 anos, proibiu-a de tocar. Aos 18, corta o relacionamento e leva os filhos. Começa inspiradora história de independência numa época bem mais machista.
Chiquinha se torna pianista em bares noturnos e passa a compor para o teatro de revista. Pioneira e revolucionária, cria peças essenciais, como o “tango” Gaúcho, conhecido como Corta-Jaca; composto em 1895, foi gravado apenas em 1904.
O erudito que abriu caminho para os chorões
O pianista de formação erudita Ernesto Nazareth tem lugar de destaque na galeria das personalidades fundamentais para o desenvolvimento do choro. Também por volta das décadas de 1870 e 1880, Ernesto começa a escrever, mas resiste a todo tipo de classificações populares.
Morreu em 1934 aos 70 anos. Deixou peças obrigatórias para qualquer músico de choro até os dias de hoje, como Brejeiro, Apanhei-te Cavaquinho, Odeon. Já nos primeiros anos do século 20, algumas de suas composições foram registradas em disco por conjuntos como a Banda do Corpo de Bombeiros e o Grupo Passos no Choro. O caminho para os futuros chorões estava pronto.
Alta definição
A partir do fim da década de 1940, nova revolução toma forma no universo chorão. Um carioca exigente e virtuose, compositor e pesquisador, tradicionalista e inovador, surge com um trabalho que muda os rumos do estilo e radicaliza a importância do bandolim: Jacob Bittencourt, o Jacob do Bandolim. Com habilidade e sonoridade cristalina, eleva o choro à mais alta categoria artística.
Era autor privilegiado, com dezenas de composições clássicas, tais como Vibrações, Doce de Coco, A Ginga do Mané, Noites Cariocas, Assanhado. Em 1966, capitaneia outro capítulo importante: forma o conjunto Época de Ouro, com alguns dos mais expressivos instrumentistas brasileiros, como Dino 7 Cordas e César Faria. Até a morte de Jacob, em 1969, o conjunto produziu discos e shows históricos. Com nova formação, até hoje continua em atividade.
Tico-tico no farelo?
“Até parece tico-tico no farelo”, exclamou Zequinha de Abreu durante um baile em 1917. Referia-se à animação com que os casais pulavam ao som daquele “choro sapeca”, ainda sem nome, que havia acabado de compor. Decidiu ali mesmo pelo título, mas descobriu que já existia outra canção com esse nome. Ficou Tico-Tico no Fubá.
This tico-tico, he’s the cuckoo
A letra é um capítulo à parte. A primeira, escrita em 1931 por Eurico Barreiros, começava: Um tico-tico só / O tico-tico lá / Está comendo todo, todo, meu fubá. Ficou inédita até 1942, quando Ademilde Fonseca foi gravar o disco de estreia e se lembrou dela. Pouco antes, em 1939, Aloysio de Oliveira já havia escrito outra versão, para Carmen Miranda: O tico-tico tá / Tá outra vez aqui / O tico-tico tá comendo o meu fubá. Em 1943 o americano Ervin Drake escreveu ainda outra letra, que fez sucesso com a orquestra de Xavier Cugat: Oh, tico-tico, tick / Oh, tico-tico, tock / This tico-tico, he’s the cuckoo in my clock [Este tico-tico, ele é o cuco no meu relógio].
Pixinguinha arranja o formato definitivo
Compositor, arranjador, flautista, saxofonista, líder da inovadora banda Os Oito Batutas. Pixinguinha é o mais importante estilista da nossa música popular. Praticamente sozinho, pegou tudo que todos haviam criado e deu o formato definitivo, principalmente do choro.
Aos 22 anos, em 1911, fazia as primeiras gravações e apresentações no carnaval de rua carioca. Nos seis anos seguintes, registra as primeiras composições, cria o primeiro conjunto e grava a imortal valsa Rosa.
Em 1919 reúne Os Oito Batutas para se apresentar na sala de espera de um cinema. Faz sucesso maior do que os filmes. Tanto que, no ano seguinte, se apresentam em almoço oferecido para o rei da Bélgica. Dois anos depois, embarcam para Paris. Na volta, influenciados pelo novato jazz, incorporam instrumentos como saxofone, clarinete e trombone; e ritmos como o foxtrote e o ragtime.
Pixinguinha torna-se o maior e mais requisitado arranjador de sua época. Deixa composições inesquecíveis, como 1×0, Lamentos, Sofres Porque Queres e, é claro, Carinhoso.
Um clássico 20 anos escondido
Quando Pixinguinha escreveu Carinhoso, em 1917, tinha certeza de que muita gente desaprovaria. Choro tinha de ter três partes, Carinhoso tinha duas. Manteve a composição escondida até 1928, quando tomou coragem e gravou com a Orquestra Típica Donga-Pixinguinha. A canção não fez alarde.
Em 1937, 20 anos depois de composta, ganhou singela letra de João de Barro; o Cantor das Multidões, Orlando Silva, gravou. Nascia um clássico. Já foi gravado mais de 200 vezes.
Por acaso, duas jóias surgem do cavaquinho
O sobrinho do cavaquinista carioca Waldir Azevedo tinha dez anos. Pediu que o tio lhe fizesse uma música num cavaquinho que estava com apenas uma corda. Nasceu o antológico Brasileirinho, de 1947, um dos mais famosos de todos os tempos.
Novamente por acaso, em 1951, Waldir lançou o segundo maior sucesso, Delicado. Estava no estúdio para gravar e precisava de algo para o outro lado do disco. Lembrou-se da composição despretensiosa. Foi recordista de vendas. No ano seguinte, 1952, o líder de orquestra canadense Percy Faith, famoso até a década de 1980, regravou. Sucesso mundial.
Mestre dos mestres
Ao longo dos anos 1920, época em que escreveu as famosas Bachianas Brasileiras, Heitor Villa-Lobos compôs a série Choros, com 12 obras para diversas formações. Elevou o choro à categoria de música de concerto e câmara. Um dos mais belos é o de número 10, para coro e orquestra. Tem subtítulo de Rasga o Coração, homenagem aos autores da canção com aquele nome, os chorões Anacleto de Medeiros (melodia) e Catulo da Paixão Cearense (letra).
Raphael Rabello
Talento precoce. De família de músicos, Raphael Rabello começou a tocar violão aos sete anos. Aos 12 passa a ter aulas. Aos 14 forma conjunto, Os Carioquinhas. Dedica-se ao choro, mas também ao samba e à música erudita.
Compositor, intérprete, virtuose, gravou 16 discos e foi um dos mais originais instrumentistas entre 1980 e 1990. Morreu em 1995, aos 32 anos. Foi responsável pela manutenção e evolução do choro em sua época.
Tradicional, moderno, imortal
Formado por cinco instrumentistas na faixa dos 20 aos 30 e poucos anos, o Tira Poeira, conjunto carioca freqüentador da Lapa, propõe-se reinventar tudo. Toca Jacob do Bandolim, Waldir Azevedo, Pixinguinha, conhece a fórmula e sabe a medida exata entre tradição e modernidade.
Sem medo de assimilar influências, como jazz e até rock, simboliza o presente e o futuro. Eles ouvem o estilo com respeito, mas com a sede que os faz transformar o gênero centenário em novidade. Ao lado de outros grupos e instrumentistas como Hamilton de Holanda e Nó em Pingo d’Água, mostram que há fôlego para mais cem anos, e séculos afora.
Carreira internacional e cinematográfica
O diretor finlandês Mika Kaurismäki conheceu o produtor suíço Marcos Forster e descobriu que os dois têm uma paixão em comum pela música brasileira. Surgia ideia para Brasileirinho, documentário filmado em 2004 em cenários do Rio e finalizado neste ano. Mostra músicos como Trio Madeira Brasil, Yamandú Costa, Joel Nascimento, Guinga, Paulo Moura, Maurício Carrilho e muitos outros. Panorama do atual momento do choro, foi exibido no Festival de Berlim e vendido para vários lugares do mundo. No Brasil, ainda não se sabe quando chega.
Você sabia?
Chega de Saudade, música que deflagrou a bossa nova em fins dos anos 1950, foi originalmente escrita por Tom Jobim como chorinho.
Vinicius de Moraes, no começo dos anos 1960, põe letra em composição clássica de Pixinguinha, Lamentos, que vira Lamento.
Em seu segundo disco, de 1967, Chico Buarque compõe e grava Um Chorinho.
Filho de integrante do Época de Ouro, Paulinho da Viola traz novidades ao choro em composições como Coração Imprudente e Choro Negro; além de lançar o elepê Memórias Chorando.
Os grupos Novos Baianos e A Cor do Som assimilam o choro à sua mistura de MPB com rock.
Em 1977 a TV Bandeirantes organiza o Festival Nacional do Choro. Mais de mil composições são inscritas.
Fonte: Informações Escrito por Ronaldo Evangelista www.almanaquebrasil.com.br/
sexta-feira, 13 de setembro de 2013
Violonista Bruno Vinci convida: Roda de Choro - Bar do Cidão
sexta-feira, setembro 13, 2013
Ademir Palácios














