segunda-feira, 30 de setembro de 2013

Raissa Amaral: talento e beleza


Raissa Amaral é paulista de Piracicaba, interior de SP. Atualmente é bacharelanda em Violão Popular e Canto Erudito pela Universidade de Campinas (Unicamp).

Violonista e cantora de imenso talento Raissa Amaral mantem no Youtube um acervo maravilhoso com jóias raras, que vai do erudito ao popular com quase 4.000 vídeos, vale a pena conferir.

E como se não bastasse o inconfundivel talento musical Raissa Amaral é dona de invejavel beleza e simpatia.



Raissa Amaral cantando

domingo, 29 de setembro de 2013

Samba do início do século 19 até os dias atuais

Embora o primeiro samba tenha sido oficialmente gravado em 1917, as origens do ritmo musical de raízes africanas no Brasil têm início no século 19. É possível que a palavra seja um derivado do termo semba, do dialeto de origem angolana que significa “umbigada”, e que serviu para designar a dança de roda popular.

Seria, portanto, inicialmente uma designação dos locais de dança, e não do gênero em si. O ritmo é bastante difundido na Bahia e em São Paulo, e conhecido em todo o país, mas é o Rio de Janeiro o local considerado o berço do gênero musical, onde o ritmo é mais tocado.

Conhecido como uma expressão musical tipicamente urbana, o samba nasceu nos morros cariocas, onde personalidades como o músico e dançarino Hilário Jovino Ferreira reuniam-se em torno dos blocos de afoxé e nos ranchos carnavalescos, como o "Reis de Ouros", fundado por ele em 1894. Ali, a dança dos escravos libertos entraria em contato com os diversos ritmos tocados na então capital do Brasil República, tais como o maxixe e o lundu, e se encontraria também com uma parcela da população de influência marcadamente europeia.

Naquela época, era reconhecida a participação das chamadas Tias Baianas na disseminação da cultura negra, por meio do candomblé e das danças e batuques, na Praça Onze, no centro do Rio, uma região que ficou conhecida como “Pequena África”. Uma delas foi a baiana Hilária Batista de Almeida, conhecida como Tia Ciata, em cuja casa nasceu o samba carioca.

De suas festas lúdicas participavam Pixinguinha, João da Baiana, Edgar Marcelino dos Passos, Alcebíades Barcellos (Bide), Bicho Novo e Donga. Este último foi quem registrou a canção “Pelo Telefone”, em 1917, quando a palavra samba passou oficialmente a designar o gênero, embora nesse período ainda sofresse forte influência do maxixe nordestino. Mas foi na década seguinte, mais precisamente em 1928, com a fundação do bloco "Deixa Falar", do Estácio, que o samba como hoje conhecemos passou a ser tocado e cantado. Os integrantes do bloco reuniam-se na Escola Normal e, em contrapartida, na agremiação ensinava-se o samba – daí o surgimento do nome “escola de samba” para designar a agremiação, surgindo aí a Estácio de Sá, a primeira escola de samba do país. Um dos “Bambas do Estácio” foi Noel Rosa, responsável pela popularização do gênero para além dos morros cariocas e compositor de “Com que roupa?” (1929) e “Conversa de Botequim” (1935), entre outras memoráveis canções.

O ritmo de compassos binários (2/4) produzidos por instrumentos de percussão, tais como o pandeiro, o chocalho, o tamborim, a cuíca, o surdo, entre outros, e acompanhados pelo cavaquinho e o violão, deu origem a uma série de variações musicais nas décadas seguintes, os subgêneros, impulsionadas pela grande difusão da era do rádio. Um deles é o samba-canção, mais melódico, e cultivado especialmente por músicos do teatro de revista, em meados dos anos 1920, cuja música mais representativa é “Ai, Ioiô” (1929), cantada por Aracy Cortes. O samba-enredo, criado a partir do início da década de 1930, por integrantes das escolas de samba, é aquele no qual a letra deve estar relacionada ao tema escolhido para a apresentação no desfile diante do público.

O compositor mineiro Ary Barroso, que também escreveu as primeiras composições para esse teatro musicado, é um dos representantes do samba-exaltação, com a famosa canção “Aquarela do Brasil” (1939), exemplo dos temas patrióticos e dos arranjos orquestrais e recursos sinfônicos que muito contribuíram para alçar o ritmo à categoria de símbolo da identidade nacional. A partir da década de 1940, surge a modalidade samba de gafieira, com ênfase no instrumental de metais, influenciado pelas orquestras norte-americanas de música comercial na Segunda Guerra Mundial, e feito tipicamente para se dançar nos salões da época. É nesse período também que ressurge o samba de partido-alto, cantado em forma de desafio e com versos de improviso. A década de 1950 trouxe para o samba seu representante paulista mais famoso, o compositor Adoniran Barbosa, autor de “Saudosa Maloca” (1951), “Samba do Arnesto” (1953) e outros clássicos do gênero. Os atuais grandes nomes do samba são Martinho da Vila, Zeca Pagodinho, Beth Carvalho, Alcione, Arlindo Cruz e Almir Guineto.






Fonte: Estadão

A menininha que enganou o compositor de hinos dos clubes brasileiros

Além da maioria dos hinos dos clubes brasileiros, foi também autor de grandes sucessos, mas apesar de toda esta genialidade, uma menininha o enganou na canção Serra da Boa Esperança


A maioria dos hinos dos grandes clubes brasileiros foi composta por Lamartine Babo.

Lamartine Babo
Mas seu maior sucesso, Serra da Boa Esperança, foi composta em homenagem a uma mulher da cidade de Dores de Boa Esperança em MG com a qual ele se correspondia por carta durante um ano sem saber que tratava-se de uma menina, Nair, filha de seu dentista que pegara seu endereço no arquivo do pai e escrevia cartas para ele como se fosse uma adulta apaixonada.


O magistral seresteiro Antonio Carlos Fioravante (mais conhecido pela popular alcunha de "Bolão") canta Serra da Boa Esperança, primoroso samba-canção de Lamartine Babo. O acompanhamento é do conjunto Som Brasileiro, de Piracicaba, na ocasião composto pela seguinte formação: Alessandro Penezzi e Taufik Cury nos violões, Gérson Gimenez no bandolim, Leandro Oliveira na flauta, Walter no cavaquinho e Raul Leite no pandeiro.
Fonte: Informaçoes betobrito.com.br

Com vocês...Dino 1 Corda !


Qualquer semelhança....é proposital mesmo !

Horondino José da Silva, conhecido como Dino 7 Cordas, (Rio de Janeiro, 5 de maio de 1918 — Rio de Janeiro, 27 de maio de 2006) foi um violonista brasileiro reconhecido como maior influência do violão de 7 cordas, instrumento musical no qual desenvolveu sua linguagem e técnica. Foi também um dos maiores instrumentistas de choro

Dino 7 Cordas, o grande mestre acompanha Zé Keti

sábado, 28 de setembro de 2013

Conjunto "Sacudindo o Choro" talento a toda prova


Eles são músicos talentosos e formam o Conjunto "Sacudindo o Choro, confira no vídeo abaixo o talento a toda prova do "Sacudindo o Choro"

O Conjunto “Sacudindo o Choro” iniciou-se da vontade de levar ao público a música instrumental brasileira mais genuína: o Choro. Tocando com diferentes solistas o conjunto se diferencia pelos belos arranjos e versatilidade. Em sua formação o conjunto tem Bruno Vinci (Violão 7 Cordas), Diogo Del Nero (Percussão), Rafael Nascimento (Violão 6 Cordas) e Jorge Luiz Garcia (Cavaquinho).




Informações e contato para shows:http://sacudindoochoro.com/

segunda-feira, 23 de setembro de 2013

Um dia de chuva, um 'cano' no trabalho e nascia 'Aquarela do Brasil'

Ao desistir de sair para trabalhar por causa da chuva, Ary Barroso sentou-se ao piano em sua casa do Leme no Rio de Janeiro e, palavras suas: "Senti, então, iluminar-me uma idéia: a de libertar o samba das tragédias da vida, do sensualismo das paixões incompreendidas, do cenário sensual já tão explorado. Fui sentindo toda a grandeza, o valor, a opulência da nossa terra, gigante pela própria natureza". Nascia então Aquarela do Brasil, reconhecida internacionalmente como uma das mais belas canções brasileiras. Até Walt Disney a inseriu em seus filmes (Veja o vídeo). Se não estivesse chovendo naquele dia, jamais Aquarela existiria.


Ao compor Aquarela do Brasil inaugurou o gênero samba-exaltação.

Ary Barroso também era locutor esportivo. Torcedor confesso do Flamengo, torcia descaradamente a favor do rubro-negro nas transmissões que eram feitas pelo rádio. Quando o Flamengo era atacado, ele dizia mensagens do tipo:"Ih, lá vem os inimigos. Eu não quero nem olhar.", se recusando claramente a narrar o gol do adversário. Quando o embate era realizado entre equipes que não fossem o Flamengo, sempre que saía um gol, primeiro ele narrava, e depois tocava uma gaita.

Morreu no Rio de Janeiro, em 1964, de cirrose hepática decorrente de alcoolismo, e está enterrado no Cemitério de São João Batista.







Fonte: Informações Wilkepedia

domingo, 22 de setembro de 2013

Choro das Três


Formado em 2002 pelas irmãs Corina (flauta), Lia (violão de 7 cordas) e Elisa (bandolim) e o pai, Eduardo (pandeiro), o Choro das Três é um conjunto instrumental brasileiro.

Composições próprias e de amigos fazem parte do repertório do grupo, que tem como base principal a pesquisa de compositores e músicos da antiga, nem sempre conhecidos do grande publico, mas que tiveram papel vital no desenvolvimento de sua música.

Através dos shows, o Choro das Três tem conseguido atingir seu principal objetivo: levar às pessoas, principalmente aos mais jovens, um pouco da história musical brasileira e mostrar que o Choro, já centenário, continua colecionando novos compositores e intérpretes, encantando pessoas do mundo todo.


Fonte: Informações lastfm

 
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