quinta-feira, 3 de outubro de 2013

Daniel Rodrigues: Uma homenagem ao mestre Alessandro Pennezi


Daniel Rodrigues como forma de reconhecimento fez uma composição homenageando o mestre Alessandro Pennezi, trata-se do choro "Satisfeito".

Alessandro Pennezi é sem dúvida um dos melhores violonistas do Brasil nos dias de hoje, e Daniel Rodrigues segue o mesmo caminho do grande mestre.
Não editamos o vídeo abaixo, confira o talento de Daniel Rodrigues acompanhado por Alessandro Pennezi.


Roda de Choro no Engenho de Dentro - Rio de Janeiro

Nas proximidades do Engenhão, no Engenho de Dentro, todo primeiro sábado do mês,  o bar Nossa Delli promove sua tradicional roda de chorinho gratuita.  Com o intuito de resgatar a cultura do subúrbio carioca, a apresentação do grupo NovosChorões  neste sábado, dia 5, começa às 14h.

Formado por Jeferson Souza (flauta), Ronaldo Rodrigues (Bandolim), Adriano Palma ( 7 cordas), Giovane Nobre (cavaquinho)  e Felipe Lelis (pandeiro),  o grupo Novos Chorões faz um repertório variado. Os musicos revisitam grandes mestres da música do presente e do passado, adaptando as obras para o público.

SERVIÇO:

O QUE
Roda de Choro
QUANDO:
Sáb 05/10 às 14:00
QUANTO
Livre
ONDE
Nossa Delli
http://www.nossadelli.com/
R. Adolfo Bergamini, 64
Engenho de Dentro - Norte
Rio de Janeiro






Fonte: Catraca Livre

quarta-feira, 2 de outubro de 2013

"Eu sei sofrer", a última obra de um gênio as portas da morte

Ao contrário do que muitos pensam, não foi a canção Último Desejo a última obra do poeta Noel Rosa, mas sim a canção "Eu sei sofrer" uma espécie de desabafo ao saber que, tuberculoso com apenas 26 anos, tinha poucos dias de vida.



Clique aqui e ouça "Eu sei sofrer"

Assista abaixo a cena final do filme "Noel, poeta da Vila". De fundo a canção "Ultimo Desejo" cantada pelo Mestre Wilson das Neves.



Noel Rosa foi o primeiro grande mestre brasileiro da palavra cantada. Com uma habilidade incomum para unir texto e melodia, ele chegou a requintes virtuosísticos e a uma fluência impressionante de versos e rimas. Seu rimário surpreendeu várias vezes pela raridade e pelo inesperado, assim como muitas imagens que lançou em suas letras.
Consequentemente, o compositor-letrista se transformou também no primeiro dos nossos cancionistas a desfrutar do status de poeta. De sua maestria e propriedade no uso da linguagem vieram os epítetos com que o batizaram ainda em vida: "filósofo do samba" e "poeta da Vila" (em referência ao seu bairro, a Vila Isabel).
Fonte: Informações Beto Brito/Wilkepedia

terça-feira, 1 de outubro de 2013

A música que virou cidade

Normalmente os poetas fazem canções para homenagear suas cidades. Com  a cidade de Maringá no Paraná aconteceu o contrário.
A cidade recebeu este nome em homenagem à canção Maringá de Joubert de Carvalho.


O fato ocorreu em 1947, quando Elizabeth Thomas, esposa do presidente da Companhia de Melhoramentos do Norte do Paraná, sugeriu que esta canção que ela gostava tanto desse nome a uma cidade recém-construída pela empresa, e que em breve se tornaria uma das mais prósperas do estado.

Maringá é um município brasileiro do estado do Paraná. É uma cidade média-grande planejada e de urbanização recente, sendo a terceira maior do estado e a sétima mais populosa da região sul do Brasil. Destaca-se pela qualidade de vida oferecida à seus moradores e por ser um importante entroncamento rodoviário regional. É considerada uma das cidades mais arborizadas e limpas do país







Fonte: Informações Wilkepedia

segunda-feira, 30 de setembro de 2013

Raissa Amaral: talento e beleza


Raissa Amaral é paulista de Piracicaba, interior de SP. Atualmente é bacharelanda em Violão Popular e Canto Erudito pela Universidade de Campinas (Unicamp).

Violonista e cantora de imenso talento Raissa Amaral mantem no Youtube um acervo maravilhoso com jóias raras, que vai do erudito ao popular com quase 4.000 vídeos, vale a pena conferir.

E como se não bastasse o inconfundivel talento musical Raissa Amaral é dona de invejavel beleza e simpatia.



Raissa Amaral cantando

domingo, 29 de setembro de 2013

Samba do início do século 19 até os dias atuais

Embora o primeiro samba tenha sido oficialmente gravado em 1917, as origens do ritmo musical de raízes africanas no Brasil têm início no século 19. É possível que a palavra seja um derivado do termo semba, do dialeto de origem angolana que significa “umbigada”, e que serviu para designar a dança de roda popular.

Seria, portanto, inicialmente uma designação dos locais de dança, e não do gênero em si. O ritmo é bastante difundido na Bahia e em São Paulo, e conhecido em todo o país, mas é o Rio de Janeiro o local considerado o berço do gênero musical, onde o ritmo é mais tocado.

Conhecido como uma expressão musical tipicamente urbana, o samba nasceu nos morros cariocas, onde personalidades como o músico e dançarino Hilário Jovino Ferreira reuniam-se em torno dos blocos de afoxé e nos ranchos carnavalescos, como o "Reis de Ouros", fundado por ele em 1894. Ali, a dança dos escravos libertos entraria em contato com os diversos ritmos tocados na então capital do Brasil República, tais como o maxixe e o lundu, e se encontraria também com uma parcela da população de influência marcadamente europeia.

Naquela época, era reconhecida a participação das chamadas Tias Baianas na disseminação da cultura negra, por meio do candomblé e das danças e batuques, na Praça Onze, no centro do Rio, uma região que ficou conhecida como “Pequena África”. Uma delas foi a baiana Hilária Batista de Almeida, conhecida como Tia Ciata, em cuja casa nasceu o samba carioca.

De suas festas lúdicas participavam Pixinguinha, João da Baiana, Edgar Marcelino dos Passos, Alcebíades Barcellos (Bide), Bicho Novo e Donga. Este último foi quem registrou a canção “Pelo Telefone”, em 1917, quando a palavra samba passou oficialmente a designar o gênero, embora nesse período ainda sofresse forte influência do maxixe nordestino. Mas foi na década seguinte, mais precisamente em 1928, com a fundação do bloco "Deixa Falar", do Estácio, que o samba como hoje conhecemos passou a ser tocado e cantado. Os integrantes do bloco reuniam-se na Escola Normal e, em contrapartida, na agremiação ensinava-se o samba – daí o surgimento do nome “escola de samba” para designar a agremiação, surgindo aí a Estácio de Sá, a primeira escola de samba do país. Um dos “Bambas do Estácio” foi Noel Rosa, responsável pela popularização do gênero para além dos morros cariocas e compositor de “Com que roupa?” (1929) e “Conversa de Botequim” (1935), entre outras memoráveis canções.

O ritmo de compassos binários (2/4) produzidos por instrumentos de percussão, tais como o pandeiro, o chocalho, o tamborim, a cuíca, o surdo, entre outros, e acompanhados pelo cavaquinho e o violão, deu origem a uma série de variações musicais nas décadas seguintes, os subgêneros, impulsionadas pela grande difusão da era do rádio. Um deles é o samba-canção, mais melódico, e cultivado especialmente por músicos do teatro de revista, em meados dos anos 1920, cuja música mais representativa é “Ai, Ioiô” (1929), cantada por Aracy Cortes. O samba-enredo, criado a partir do início da década de 1930, por integrantes das escolas de samba, é aquele no qual a letra deve estar relacionada ao tema escolhido para a apresentação no desfile diante do público.

O compositor mineiro Ary Barroso, que também escreveu as primeiras composições para esse teatro musicado, é um dos representantes do samba-exaltação, com a famosa canção “Aquarela do Brasil” (1939), exemplo dos temas patrióticos e dos arranjos orquestrais e recursos sinfônicos que muito contribuíram para alçar o ritmo à categoria de símbolo da identidade nacional. A partir da década de 1940, surge a modalidade samba de gafieira, com ênfase no instrumental de metais, influenciado pelas orquestras norte-americanas de música comercial na Segunda Guerra Mundial, e feito tipicamente para se dançar nos salões da época. É nesse período também que ressurge o samba de partido-alto, cantado em forma de desafio e com versos de improviso. A década de 1950 trouxe para o samba seu representante paulista mais famoso, o compositor Adoniran Barbosa, autor de “Saudosa Maloca” (1951), “Samba do Arnesto” (1953) e outros clássicos do gênero. Os atuais grandes nomes do samba são Martinho da Vila, Zeca Pagodinho, Beth Carvalho, Alcione, Arlindo Cruz e Almir Guineto.






Fonte: Estadão

A menininha que enganou o compositor de hinos dos clubes brasileiros

Além da maioria dos hinos dos clubes brasileiros, foi também autor de grandes sucessos, mas apesar de toda esta genialidade, uma menininha o enganou na canção Serra da Boa Esperança


A maioria dos hinos dos grandes clubes brasileiros foi composta por Lamartine Babo.

Lamartine Babo
Mas seu maior sucesso, Serra da Boa Esperança, foi composta em homenagem a uma mulher da cidade de Dores de Boa Esperança em MG com a qual ele se correspondia por carta durante um ano sem saber que tratava-se de uma menina, Nair, filha de seu dentista que pegara seu endereço no arquivo do pai e escrevia cartas para ele como se fosse uma adulta apaixonada.


O magistral seresteiro Antonio Carlos Fioravante (mais conhecido pela popular alcunha de "Bolão") canta Serra da Boa Esperança, primoroso samba-canção de Lamartine Babo. O acompanhamento é do conjunto Som Brasileiro, de Piracicaba, na ocasião composto pela seguinte formação: Alessandro Penezzi e Taufik Cury nos violões, Gérson Gimenez no bandolim, Leandro Oliveira na flauta, Walter no cavaquinho e Raul Leite no pandeiro.
Fonte: Informaçoes betobrito.com.br

 
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