terça-feira, 25 de março de 2014

Ainda fazem: Samba de Verdade


Fernanda Brito

Cantora profissional e professora de canto possui formação técnica em canto pelo Conservatório Estadual de Música Juscelino Kubistchek de Oliveira em Pouso Alegre e é licenciada em canto pela Universidade do Vale do Rio Verde em Três Corações – MG.

Fernanda faz parte dos projetos de voz e violão com o violonista Bruno Vinci e com o Grupo Queijo com Goiabada, com repertório de Bossa Nova, MPB, Samba e Choro em suas apresentações.

Também é integrante do grupo vocal Cantus Quatro o qual teve seu primeiro CD gravado no ano de 2010 com produção de Claudio Nucci (Ex- integrante do grupo vocal Boca Livre) e Diovanni Bizzotto e traz canções que afloram sabores mineiros. Através do projeto Bares de Minas – as histórias do Clube da Esquina, idealizado pelo grupo Cantus Quatro, Fernanda teve o privilégio de dividir o palco com grandes nomes deste movimento como Lô Borges, Márcio Borges, Fernando Brant, Toninho Horta e Tavinho Moura.

Com a junção de todos estes gêneros musicais, criou sua identidade musical.


O Conjunto Sacudindo o Choro acompanha a cantora Fernanda Brito na música "Samba de verdade" de Eduardo Gudin e J.C.Costa Neto. Mais info.: http://sacudindoochoro.com/


Bruno Vinci (Violão 7 cordas) Rafael Nascimento (Violão 6 cordas) Jorge Garcia (Cavaquinho) Diogo Del Nero (Pandeiro) Convidado: Daniel Migliavacca (Bandolim) Vídeo: Marcelo Vinci Gravação: Estúdio 185. Técnico: Beto Mendonça The Sacudindo o Choro accompanies the singer Fernanda Brito in music "Autonomy" by Cartola. More info.: Http://sacudindoochoro.com/ Bruno Vinci (7 string guitar) Rafael Nascimento (guitar 6 strings) Jorge Garcia (Cavaco) Diogo Del Nero (Pandeiro) Guest: Daniel Migliavacca (Mandolim) Video: Marcelo Vinci

sexta-feira, 31 de janeiro de 2014

Zequinha de Abreu

"Um tico-tico só/ O tico-tico lá/ Está comendo todo, todo, meu fubá/ Olha, seu Nicolau/ Que o fubá se vai/ Pego no meu Pica-pau e um tiro sai." Qual é o brasileiro que não conhece a composição "Tico-Tico no Fubá", de Zequinha de Abreu?

A música foi um dos maiores sucessos da década de 1940 e fez parte da trilha sonora de cinco filmes americanos: "Alô Amigos", "A Filha do Comandante", "Escola de Sereias", "Kansas City Kity" e "Copacabana", quando o choro, com letra de Eurico Barreiros, foi cantado por Carmen Miranda.

José Gomes de Abreu, o Zequinha, era o primeiro dos oito filhos do boticário José Alacrino Ramiro de Abreu e Justina Gomes Leitão. A mãe queria que ele fosse padre e o pai, que se formasse médico. Mas aos seis anos, ele já mostrava vocação musical, tirando melodias da flauta. Durante o curso primário organizou uma banda na escola, da qual era o regente. Com 10 anos, tocava requinta, flauta e clarineta na banda e ensaiava suas primeiras composições.

Zequinha de Abreu estudou em Santa Rita e no Colégio São Luís de Itu. Em 1894 foi para o Seminário Episcopal de São Paulo, onde apreendeu harmonia. Aos 17 anos voltou para sua cidade e fundou sua orquestra para se apresentar em saraus, bailes, aniversários, casamentos, serestas e em cinemas, acompanhando os filmes mudos. Nessa época, fez suas primeiras composições, como "Flor da Estrada" e "Bafo de Onça".


Aos 18 anos já estava casado com Durvalina Pires Brasil, de14. O casal viveu alguns meses no Distrito de Santa Cruz da Estrela, atual Jacerandi, próximo a Santa Rita. Cuidavam de uma farmácia e de uma classe de ensino primário. De volta à sua cidade, Zequinha coordenou o trabalho da orquestra com os cargos de secretário da Câmara Municipal e de escrevente da Coletoria Estadual. A exemplo de seu pai, também teve oito filhos, todos batizados com nomes começados com a letra D: Durval, Dermeval, Dinorah, Doríval, Diva, Dirce...

No final da década de 1910 compôs de improviso a valsa "Branca", em homenagem a Branca Barreto, filha do chefe da estação ferroviária de sua cidade. Tornou-se um clássico do repertório brasileiro de então.

Em 1917, durante um baile, apresentou um choro e ficou surpreso com a reação entusiasmada dos pares de dança. Batizou a música de "Tico-Tico no Farelo", mas, como já existia um choro com o mesmo nome na época (composto por Américo Jacomino), resolveu pôr "Tico-Tico no Fubá". Apesar da boa acolhida, o choro só seria gravado quatorze anos depois, pela Orquestra Colbaz, dirigida pelo maestro Gaó. Interpretada por dezenas de artistas, tornou-se um dos maiores sucessos da música brasileira no século 20, inclusive no exterior.

Zequinha mudou-se para a capital paulista em setembro de 1920, logo após o falecimento do pai. Em São Paulo, seu ritmo de trabalho aumentou. Ele se apresentava no Bar Viaduto, na Confeitaria Seleta, em clubes, cabarés, "dancings" e festas. Seu piano, conjuntos e músicas eram muito requisitados. Incansável, ainda dava aulas de piano e aproveitava para vender as partituras de suas músicas nas casas que freqüentava.


Trabalhava também na Casa Beethoven, atraindo fregueses e curiosos que passavam na Rua Direita. Mostrava no piano os últimos lançamentos musicais. Foi lá que conheceu Vicente Vitale, com quem iniciaria uma grande amizade e uma ligação importante. Os irmãos Vitale iniciavam uma editora musical que iria lançar vários de seus sucessos. Além disso, ofereceram a Zequinha um contrato de exclusividade, com a obrigação de entregar uma música nova a cada mês, em troca de um ordenado fixo.



Suas músicas foram gravadas inclusive por Lúcio Alves, que cantou "Pé de Elefante", "Rosa Desfolhada" (ambas em parceria com Dino Castelo). "Aurora" (com Salvador Morais) e "Amor Imortal" (com Braguinha).

Zequinha não possuía ambição e sempre ajudava os amigos necessitados. Falava pouco, mas sorria bastante. Na boemia, fazia-se acompanhar dos filhos Durval e Dermeval, improvisando ao piano canções durante horas, com a cervejinha do lado. "Escrevia música tão depressa como qualquer pessoa que sabia escrever ligeiro" - dizia Hermes Vieira, seu amigo e letrista, que usava o pseudônimo de Naro Demóstenes.

Dois anos antes de morrer, fundou a banda Zequinha de Abreu. Dezessete anos após sua morte, os cineastas Fernando de Barros e Adolfo Celi e a Companhia Vera Cruz homenagearam o compositor com o filme "Tico-Tico no Fubá

quinta-feira, 19 de dezembro de 2013

Programa de rádio relembra os velhos tempos na internet: "Seresta On line"

Uma web rádio  diferente para quem gosta de ouvir os sucessos do passado: webradioepocas.blogspot.com.br

Quem já passou dos 60 anos e gosta de relembrar os velhos tempos ouvindo as músicas do seu tempo tem uma nova opção na internet. Acesse a Web Rádio Épocas

O programa Seresta On Line é transmitido a partir das 22 horas.

terça-feira, 10 de dezembro de 2013

Caiu o Vasco, caiu o Fluminense....e o Satélite Brasileiro também !


Ta caindo tudo...

Vasco da Gama e Fluminense cairam para a segunda divisão, mas são coisas do futebol, o duro foi o Satélite Brasileiro que despencou logo depois de ser lançado, olha quanto custou a brincadeira com a nossa grana...

Governo brasileiro investiu R$ 270 milhões em equipamento desenvolvido em parceria com a China.

O custo apenas do lançamento foi de US$ 15 milhões. O modelo do foguete chinês utilizado, o Longa Marcha 4B, já fez 34 lançamentos de satélites com 100% de sucesso.

O satélite sino-brasileiro CBERS-3 caiu na Terra depois de ter sido lançado do Centro de Lançamento de Satélites de Taiyuan, na China. A informação foi confirmada pelo Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe), por meio de uma nota oficial em seu site.

segunda-feira, 9 de dezembro de 2013

A vida antigamente era bem pior que hoje


Antigamente, a vida das famílias era mais simples e tranquila, não existia a correria que vemos hoje em dia. As pessoas andavam a pé, pois quase não existiam carros. As ruas eram de terra ou de paralelepípedos. As crianças podiam brincar nas ruas e calçadas, pois não havia perigo de acidentes ou assaltos. Os vizinhos eram como integrantes das outras famílias, todos os dias se reuniam nas varandas de suas casas para conversar enquanto as crianças brincavam.

As brincadeiras, nessa época, eram: roda, pega-pega, esconde-esconde, passa anel, barra manteiga, bolinha de gude, etc. As famílias eram bem grandes, um casal tinha mais de seis filhos. Mas hoje o número de pessoas na família diminuiu muito, o normal é um casal ter um ou dois filhos.

Isso aconteceu porque a vida moderna fez com que a mulher tivesse que trabalhar para ajudar nas despesas da casa. A violência e as dificuldades para se viver bem, também são motivos que influenciaram no tamanho das famílias. Além da quantidade de pessoas de uma família, outras diferenças existem se compararmos à vida de hoje.

Nas casas não existiam aparelhos de televisão, ouvia-se música em vitrolas com discos de vinil ou no rádio. Neste também eram transmitidas as notícias e até novelas.

Mas os tempos são outros, hoje apesar da correria do dia a dia e da violência, se vive melhor. Os mais pobres que ainda hoje são os que mais sofrem, antigamente eram tratados como escravos pelos mais favorecidos pela sorte.

Para quem reclama do stress da vida moderna não sabe que antigamente você trabalhava 18 hora por dia, 7 dias por semana, 365 dias por ano, isto sim era stress.

Concluindo, hoje se vive muito mais que antigamente, quem discorda tem que estudar um pouco mais de história

quinta-feira, 5 de dezembro de 2013

Curiosidades sobre as músicas de natal

A cantiga de natal mais antiga que a história da música registra é «Iesus Refulsit Omnium», (Jesus, luz de todas as nações); ela data do século IV e a letra é atribuída a Santo Hilário de Poitiers.

O mais conhecido, no entanto, é «Noite Feliz». Seu título original é «Stille nacht, heilige yach» e foi escrito, poderia dizer-se «acidentalmente», pelo sacerdote austríaco Joseph Mohr, que ao ver que se havia estragado o órgão de sua paróquia, a capela de São Nicolau, localizada na pequena cidade de Oberndorf, decidiu escrever um canto que pudesse ser interpretado com violão na missa do galo. Foi assim como no natal de 1818 se cantou pela primeira vez «Noite Feliz», atualmente traduzido a 330 idiomas.

Outro dos cantos mais conhecidos nos países de fala inglesa é «Joy to the World», escrito por Isaac Wats, inspirado no salmo 98 («Cantai ao Senhor um cântico novo, porque Ele fez maravilhas») e cuja música é atribuída a Federico Hendel, devido a que as partituras coincidem em várias partes do canto com sua célebre obra «O Messias».

Por sua parte, na Itália, a cantiga mais conhecida é «Tu scendi delle stelle» (Tu desces das estrelas), escrito por Santo Alfonso Maria de Ligório. Na França está «Il est ne le divin enfat», «Nasceu o divino menino, traduzido ao inglês em várias versões.

Na América Latina, cada país tem suas próprias cantigas e diversas maneiras de interpretar as cantigas de natal universais. Na Argentina, está «Vamos Pastorcitos» e o «Huachito Torito»; na Venezuela, «Mi burrito sabanero»; no Peru «Llegaran ya», um canto aos reis magos; no Panamá «Dime niño de quién eres». Na Colômbia, por sua vez, está «Tutaina tuturumania»; e em Honduras, «Caminando por Tegucigalpa». São típicas do Equador as tradicionais pousadas, um canto que conta como Maria e José buscam um lugar onde o Menino Jesus pudesse nascer.

As cantigas de natal originárias de cada país não necessariamente foram escritas neles; muitas são adaptações de cantos espanhóis, como o caso de «Antón tiruriru», muito conhecido na Colômbia, que é na realidade a adaptação da cantiga catalã «La pastora Caterina».

Popularmente se conhecem mais os cantos que fazem alusão ao Natal que aqueles que se referem ao Advento; àss vezes por isso durante este tempo se cantam canções que falam do nascimento e não da espera do menino Jesus, como liturgicamente deveria ser.

Ainda que o sentido das cantigas de natal é o de «elevar o espírito do Natal»,  muitas delas falam de elementos culturais desta época do ano e deixam de lado o nascimento de Jesus: «Uma coisa seria uma cantiga de natal e outra é a música de Natal. Quando se fala de Natal, é o natal de Jesus, não de outra coisa. Evidentemente, todas estas coisas são só o acompanhamento, e fizeram que muitas vezes se perca o sentido, inclusive do próprio Papai Noel ou da árvore, que têm uma razão de ser».






Fonte: Informações http://www.zenit.org/pt

sábado, 30 de novembro de 2013

Artur Pádua e João Camarero na UFMG

Por Eugênia Rodrigues

Nesta quinta-feira, 5 de dezembro, os músicos Artur Pádua e João Camarero mostram o show "Retratos Brasileiros" no Conservatório UFMG. Eis um texto sobre eles. Como moro no Rio, já vi o João tocar várias vezes; ele é realmente maravilhoso. Recomendo, mineirinhos!

"O homem do campo, o caboclo, o índio, o suburbano, o homem da cidade; todos cantam suas alegrias e aflições. Artur Padua e João Camarero levam ao público uma rica seleção desse perfeito retrato musical do homem brasileiro através das canções que ilustram as mais belas imagens, histórias e lendas. No repertório, pérolas como "Por causa desta cabocla", "Serrana", "Mané fogueteiro", entre outros. Músicas que contam histórias do Brasil e dos personagens que a música brasileira criou.

Artur Padua é um jovem músico de Belo Horizonte que tem como foco valorizar a música popular brasileira autêntica. Participa de rodas de choro na cidade tocando violão, além de cantar serestas e sambas antigos. Já integrou diversos conjuntos e se apresentou ao lado de grandes nomes da música popular, como: Roberto Silva, Zé da Velha, Silvério Pontes, Monarco, dentre outros. Estudou na Escola de Música da UFMG e atualmente é aluno do violonista Maurício Carrilho na Escola Portátil de Música.

João Camarero: o violonista estudou no Conservatório de Tatuí e na Escola Portátil de Música, com Mauricio Carrilho e João Lyra. Seguidor da escola de Dino 7 Cordas e Raphael Rabello, já tocou com diversos nomes da música brasileira e internacional em gravações ou apresentações: Altamiro Carrilho, Zélia Duncan, Maurício Carrilho, Luciana Rabello, Cristóvão Bastos, Jorginho do Pandeiro, Elton Medeiros, Agnaldo Rayol, Roberto Silva, Ademilde Fonseca, Nailor Proveta, Pedro Amorim, Mike Marshall, David Grisman, Catherina Lichtenberg, dentre inúmeros outros. Já se apresentou na França, Itália, Alemanha e Estados Unidos, com destaque pra "Roda de Choro Internacional de Torino"; turnê na Alemanha numa campanha do Conservatório e Tatuí; simpósio de bandolim ao lado do bandolinista Danilo Brito, "The Mandolin Symposium", na Universidade da Califórnia; festival "Jazz on the Plaza", em Nova Iorque como convidado do guitarrista Howard Alden.

Atualmente é professor e monitor na Escola Portátil de Música, atua em gravações e concertos, trabalha com os bandolinistas Deo Rian e Joel Nascimento, com o cavaquinista Henrique Cazes, com o violonista João Lyra e é integrante do Regional Imperial, apontado como um dos principais conjuntos de choro da nova geração".

Serviço

Data: 05 de Dezembro de 2013
Horário: 20hs
Local: Conservatório UFMG – Av. Afonso Pena, 1534 – Centro BH/MG
Entrada: R$20,00 (inteira) R$10,00 (meia-entrada)
Ingressos vendidos no dia do show a partir das 19hs.
Info: 3409-8300







Fonte:www.samba-choro.com.br

 
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